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Picos ultrapassa marca de 7.000 pessoas recuperadas da Covid-19

"Mesmo com tantas recuperações, a população tem que se conscientizar e evitar aglomerações. O pessoal tem que tomar consciência de que ainda vivemos numa pandemia", disse o secretário.

Na última sexta-feira (25), o município de Picos ultrapassou os 7.000 curados da Covid-19. Há na cidade, hoje, 7.074 picoenses que se recuperaram da doença. O secretário municipal de Saúde, Aldo Gil, destacou a importância de continuidade nas medidas de prevenção quanto à disseminação do vírus.

“Essa pandemia é uma gangorra. É um sobe e desce danado. Agora, lá na Rússia, está explodindo de casos novamente, novas cepas aparecendo na Europa. Acho que a humanidade vai ter que aprender a conviver com essa doença enquanto não conseguirmos erradicá-la. Mas aqui em Picos, na medida do possível, não estamos em uma má época. Já estivemos pior”, disse.

Ele apelou ainda para que a população se conscientize sobre as aglomerações, pois a prevenção e contenção do vírus é um dever de todos, e não apenas do poder público.

“Mesmo com tantas recuperações, a população tem que se conscientizar e evitar aglomerações, com essas festas nos fins de semana nos interiores. O pessoal tem que tomar consciência de que ainda vivemos numa pandemia que está matando gente”, frisou.

Aldo Gil, Secretário de Saúde (Foto: Jaqueline Figueredo)

Desde o início da pandemia, o município tornou o Centro Integrado de Especialidades Médicas – CIEM – o “Quartel General” do combate à Covid. Com o novo gestor na saúde, o espaço tem sido aperfeiçoado para garantir ampliado tratamento às pessoas acometidas pelo vírus não apenas no percurso da doença, mas após ela.

“Aqui em Picos temos o CIEM que é nosso “QG” de combate à Covid. Tivemos recebendo a doação de capacetes Elmos para o Hospital Regional que vai ajudar nesse tratamento. Colocamos o programa de fisioterapia pós-Covid no CIEM para os pacientes que ficam sequelados após a alta. E assim vamos lutando. É vivendo e aprendendo. Cada dia uma batalha. Essa doença é uma coisa que o mundo ainda não decifrou 100% e temos que aprender a respeitar e conviver com ela”, finalizou.

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