Piso nacional dos professores deve ser reajustado. Veja valores!
- A Confederação Nacional dos Municípios calculou um reajuste de 7,97 no piso nacional dos professores para este mês elevando o valor de 1.451 reais para 1.566,48 reais conforme a legislação vigente
- O impacto financeiro estimado deste novo reajuste salarial para 2013 atingirá cerca de 2,1 bilhões de reais apenas no âmbito municipal gerando forte preocupação entre os prefeitos brasileiros devido à falta de previsibilidade oficial
- A entidade critica a demora do Ministério da Educação na divulgação do percentual oficial e defende que as futuras atualizações do piso passem a acompanhar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor
[ad#336×280]O piso nacional dos professores deve ser reajustado em 7,97% a partir deste mês, segundo cálculo divulgado hoje (9) pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). De acordo com a entidade, o valor deve passar de R$ 1.451,00 para R$ 1.566,48. Segundo a entidade, a estimativa obedece à Lei do Piso.
Pesquisa feita pela CNM em julho do ano passado sobre salários pagos aos professores aponta que o impacto do reajuste do piso em 2013 será de cerca de R$ 2,1 bilhões, apenas para esfera municipal.
Para a CNM, a demora na divulgação do reajuste é uma das principais preocupações dos prefeitos brasileiros. Segundo a entidade, nos últimos dois anos, os valores só foram anunciados pelo Ministério da Educação (MEC) no final de fevereiro. “Para o piso ser pago a partir de janeiro, o MEC deveria ter divulgado o respectivo porcentual, o que ainda não ocorreu”, diz o estudo.
“Os novos prefeitos deverão reajustar os vencimentos dos professores por um índice maior do que a inflação e que ainda sequer é oficialmente conhecido”, ressalta o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski.
A entidade defende ainda que o reajuste do piso, em vez de seguir os critérios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), acompanhe os valores do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
O MEC não se pronunciou sobre o assunto.
Ag. Brasil
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