PM destroi 20 mil pés de maconha em fazenda
- Policiais militares da Bahia, Piauí e Pernambuco destruíram vinte mil pés de maconha boliviana em Casa Nova, durante a Operação Divisa Segura, desmantelando uma estrutura sofisticada de irrigação que operava há quatro meses na região.
- Cleiton Patrício da Silva e Cláudia Feitosa de Sousa foram presos em flagrante na propriedade, onde as autoridades apreenderam vinte e quatro quilos da droga seca, armamentos, veículos roubados e equipamentos utilizados no processamento ilícito.
- O capitão Felipe Oliveira coordena diligências para localizar o proprietário da fazenda, que permanece foragido, enquanto investiga contatos encontrados em celulares apreendidos que indicam uma rede de distribuição interestadual abrangendo Piauí, Brasília e Paraíba.
[ad#336×280]Policiais militares destruíram uma plantação com aproximadamente 20 mil pés de maconha boliviana. A droga foi encontrada em uma fazenda no município de Casa Nova, na Bahia, na divisa com Piauí, próximo a cidade de Queimada Nova. Um homem e a esposa do proprietário da fazenda, que está foragido, foram presos.
O capitão Felipe Oliveira, comandante da 5ª Companhia Independente de Polícia Militar, com sede em Paulistana, conta que os pés de maconha mediam cerca de 1, 5 metro, cada, e que esta não seria a primeira safra da droga.
“A roça que foi incinerada deveria estar sendo cultivada há uns quatro meses e com um sistema de irrigação para que a planta tivesse um bom desenvolvimento. O fazendeiro e proprietário da casa está foragido em estamos em diligência. A ação integra a Operação Divisa Segura e contou com 18 policiais militares do Piauí, Bahia e Pernambuco”, explica o capitão Felipe.

O presos que foram identificados Cleiton Patrício da Silva, 30 anos, natural do município de São Raimundo Nonato-PI, e Cláudia Feitosa de Sousa, 31 anos, do município de Casa Nova- BA.
Na fazenda foram encontrados um reservatório, bombas e cisternas de d’água, 24 kg da droga já seca, uma prensa manual, três espingardas, dois carros com suspeita de restrição de roubo e furto.

“Apreendemos também um celular com contatos de supostos compradores do Piauí, Brasília e Paraíba e o material será analisado. Para destruir toda a plantação foi necessário um dia inteiro. Conseguimos êxito e vamos continuar em diligência para identificar as ramificações do negócio. Mais pessoas devem ter envolvimento”, finaliza o capitão Felipe Oliveira.
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