PM e Fiscais Ambientais flagram festas clandestinas em Picos durante final de semana
- A Polícia Militar de Picos desarticulou três festas clandestinas entre sábado e domingo nos povoados Morrinhos e Lagoa Comprida e no bairro Conduru, visando coibir aglomerações e o descumprimento de medidas sanitárias vigentes.
- O proprietário de uma chácara no povoado Lagoa Comprida foi autuado com um Termo Circunstanciado de Ocorrência por perturbação do sossego e recebeu uma multa de cinco mil reais após a dispersão de 150 pessoas.
- No povoado Morrinhos, fiscais ambientais multaram proprietários de veículos e o dono de um bar em valores superiores a quatro mil reais, além de encaminhar o responsável pelo estabelecimento à Central de Flagrantes local.
Neste final de semana a Polícia Militar de Picos, em apoio a equipes de fiscalização, desarticulou três festas clandestinas na cidade. As aglomerações foram registradas nos povoados Morrinhos e Lagoa Comprida e no bairro Conduru.
Segundo informação da PM, a primeira festa clandestina foi desarticulada na noite do sábado (11), em uma chácara no povoado Lagoa Comprida, após denúncia. Os policiais flagraram cerca de 150 no local, desobedecendo as medidas sanitárias.

De acordo com a polícia, foi realizado um TCO por perturbação do sossego em desfavor do proprietário do imóvel e aplicada uma multa por parte da Secretaria do Meio Ambiente no valor de R$ 5 mil.
Ainda na noite de sábado, os policiais e a equipe da Vigilância Sanitária desarticularam uma festa que estava sendo realizada em uma roça no bairro Conduru. No local, haviam aproximadamente 35 pessoas. O som foi desligado e as pessoas dispersadas.
Já no domingo (12), a Polícia Militar recebeu uma denúncia de aglomeração de pessoas e perturbação do sossego em uma bar no povoado Morrinhos. No local, estavam aproximadamente 150 pessoas.
Os fiscais ambientais aplicaram multas nos proprietários dos veículos que estavam perturbando a população no valor de R$ 1. 059,00 e no dono do estabelecimento por estar descumprindo a Medida Sanitária em tempos de pandemia no valor de R$ 3. 177, 00. O proprietário do bar foi conduzido até a Central de Flagrantes onde foi feito um TCO a seu desfavor.
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