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Policiais fazem operação “Tolerância Zero” e viaturas param na Central

Policiais Militares e Bombeiros iniciam nesta quarta-feira (25) mais uma operação “Tolerância Zero”. O objetivo é pressionar o governo pela implantação do risco de vida e da aprovação na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) de projeto que beneficie a categoria em pontos que tratam de sua reestruturação e a promoção de policiais. A concentração tem início às 18h30 na Central de Flagrantes de Teresina.

Segundo o cabo Agnaldo Oliveira, policiais de todos os batalhões estão sendo chamados para participar do movimento, o que deve deixar bairros da cidade sem segurança. Na sexta-feira, o “Tolerância Zero” será levado para o interior. “Estamos passando em todos os quarteis chamando os policiais. Na sexta-feira vamos para o interior. Várias viaturas estarão na Central de Flagrantes, com muita viatura parada, a cidade vai ficar desguarnecida”, afirmou o cabo, alegando falta de diálogo com o governo.

Policiais fazem operação "Tolerância Zero" e viaturas param na Central-Foto:Reprodução
Policiais fazem operação “Tolerância Zero” e viaturas param na Central-Foto:Reprodução

“O secretário conseguiu um risco de vida para a Polícia Civil de R$ 1.500. Agora eu pergunto: quantos policiais civis morreram este ano? Na PM já foram nove. O nosso valor dentro da sociedade está mínimo. Todo mês morre um e não temos a quem recorrer. Temos um secretário que era para estar do nosso lado, assim como o comandante, mas não estão”, disse o cabo Agnaldo Oliveira. “Se o governo der abertura para conversar, a gente conversa”, continuou.

É a segunda vez que o “Tolerância Zero” será realizado este ano. Em maio, alegando o não pagamento do subsidio da categoria, os policiais também acamparam na Central de Flagrantes até conseguir negociais com o governo.

“O reajuste era pra ser em maio e o governo não pagou. Fizemos um acordo e começou a ser paga uma parte retroativa. A outra parcela de 50% é pra pagar em dezembro. As perdas de maio a dezembro ficaram de ser pagas em folha suplementar no dia 10 de janeiro de 2016”, explicou o cabo.

A Polícia Militar informou que não vai se pronunciar sobre o movimento.

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