Policial militar tenta sacar dinheiro e descobre “chupa-cabra”em caixa eletrônico; veja vídeo!
- O cabo Rios, policial militar, identificou dois dispositivos chupa-cabra em caixas eletrônicos do Banco do Brasil em Teresina neste domingo, após notar que uma tentativa de saque de mil reais foi processada sem liberação.
- A fraude consistia na instalação de travas físicas que impediam a saída das cédulas, permitindo que criminosos retornassem posteriormente para subtrair o montante retido nos terminais, conforme relatado pelo sargento Luiz à imprensa local.
- Populares auxiliaram na remoção dos equipamentos utilizando chaves de veículos e facas, possibilitando a recuperação dos valores retidos, enquanto a Polícia Militar registrou a ocorrência formal na Central de Flagrantes para investigação posterior.
Um policial militar descobriu dois “chupa-cabra”, dispositivo usado para lesar clientes em bancos, quando tentou sacar dinheiro na manhã deste domingo (9) nos caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil do bairro Piçarra, na zona Sul de Teresina. As informações são do Cidade Verde.
Segundo o sargento Luiz, a vítima, identificada como cabo Rios, tentava sacar a quantia de R$ 1 mil, mas as cédulas não saiam. Ao conferir o extrato de sua conta, constava que o saque havia sido feito. Foi aí que o PM desconfiou.
“O cabo Rios foi a vítima. Ele tirou mil reais, só que a trava impedia o dinheiro de sair. Na conta constava que tinha sacado. Quando a gente saísse do banco, o bandido ia lá tirar o dinheiro”, disse o policial ao Cidadeverde.com.

Um cliente que estava no banco conseguiu remover o dispositivo com a chave do carro. “Foi aí quando recuperamos o dinheiro”, conta o sargento.
O “chupa-cabra” do outro caixa eletrônico foi removido por uma pessoa que trabalha em frente ao banco.
“Um cidadão que estava no banco tirou a trava com a chave do carro e nós conseguimos recuperar o dinheiro. A outra trava foi tirada por um rapaz que trabalha na frente com a ajuda de uma faca”, afirmou.
Os policiais registraram a ocorrência na Central de Flagrantes.
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