Professores ocupam prédio da Seduc e criticam piso proposto pelo governo
- Mais de cem professores da rede estadual ocuparam a sede da Seduc nesta quarta-feira para exigir reajustes salariais de 4,17% e 12,84%, referentes aos anos de 2019 e 2020, para servidores ativos e aposentados.
- A presidente do Sinte, Paulina Almeida, classificou o piso de R$ 3.167 anunciado pelo governo como uma medida midiática e enganosa, alegando que o valor incorpora indevidamente gratificações de regência e outros direitos trabalhistas.
- A categoria mantém greve por tempo indeterminado sem previsão de retorno às salas de aula, condicionando o fim da paralisação a negociações sobre infraestrutura escolar, celeridade em aposentadorias e o reenquadramento de funcionários administrativos.
Professores da rede Estadual de ensino realizam uma manifestação no prédio da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) na manhã desta quarta-feira(12). As informações são do portal Cidade Verde.
Mais de 100 professores participam do ato, que reivindica reajuste salarial de 4,17% em relação a 2019 e 12,84% referente a 2020 para os servidores ativos e aposentados. No início da semana o governo do Estado anunciou que o piso dos professores neste ano será de R$3.167.
Para a categoria, este piso é “midiático” e não condiz com a realidade. “Estamos aqui na Seduc lutado por um reajuste verdadeiro. Esse piso é uma falácia, o governador esquece de dizer que esse piso anunciado por ele, é junto com o vencimento da época com a nossa regência, além de outros direitos nossos”, critica a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação- Sinte, Paulina Almeida.
O sindicato afirma que a greve por tempo indeterminado continua e não há previsão para que retornem à sala de aula. Os professores buscam um diálogo com o governo do Estado.
Os professores também reivindicam mudanças de classe e nível, melhoria nas infraestruturas das escolas, celeridade nas aposentadorias e reenquadramento dos administrativos.
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