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Projeto de reforma do Matadouro Municipal de Picos é elaborado

A proposta pretende adequar o lugar às normas modernas vigentes no país, além de tonar o matadouro numa referência para o abate humanizado de animais.

A Prefeitura de Picos, por meio da Secretaria de Agricultura, está elaborando projeto de reforma do Matadouro Público picoense. A proposta pretende adequar o lugar às normas modernas vigentes no país, além de tonar o matadouro numa referência para o abate humanizado de animais.

Para que o projeto seja efetivado, técnicos do Ministério da Agricultura fizeram visitas no local para análise das condições do trabalho de abate de animais e a partir de então foi elaborado um diagnóstico criterioso dos aspectos que podem ser modificados em benefício da sociedade picoense.

Visita de técnicos ao Matadouro de Picos – Foto: CCOM

“Nosso objetivo é conseguir o selo de inspeção estadual por meio de um trabalho correto. Assim, o consumidor de Picos e região poderá consumir carne de qualidade e o setor será aquecido, pois o açougueiro de picos, após as mudanças, poderá vender carne para todo o país”, comenta Aurino Guimarães, secretário de Agricultura.

Parcerias

Para que as mudanças sejam concretizadas, parcerias são necessárias, ou seja, é preciso ouvir profissionais envolvidos na obra proposta. No caso do Matadouro, uma equipe composta por veterinário e engenheiro civil, ambos da prefeitura de Picos, está fazendo amplo e completo diagnóstico das estruturas ambiental e física do local. De posse do diagnóstico de avaliação das estruturas, o projeto será posto no papel.

A intenção do projeto, segundo o veterinário Joaquim Filho, é promover qualidade ao produto final junto ao consumidor picoense, além de tornar o trato com os animais para o abate mais humanizado.

“Estamos analisando e vendo o que é possível se fazer dentro da nossa realidade de mudanças. Queremos promover qualidade para a carne aqui distribuída. As melhorias no bem estar do animal antes do abate é fundamental nesse processo de qualidade”, explica Joaquim Filho.

Mas as estruturas ambientais que se referem ao bem estar do animal antes de ser abatido, não se estendem apenas ao manejo em si, dependem também de estruturas físicas adequadas para que o animal não seja torturado antes de ser abatido e a qualidade da carne não seja prejudicada no final, o consumidor.

“A partir das recomendações dos técnicos do Ministério da Agricultura,  nós teremos que adequar toda a estrutura física e ambiental do lugar para que atenda às especificações vigentes hoje em dia”, comenta o engenheiro civil Vanderlei Figueiredo.

O secretario Aurino Guimarães está agendando uma reunião com técnicos do Ministério da Agriculta em Teresina para colher as recomendações finais acerca do projeto de reforma do Matadouro. Lá, as informações serão repassadas à equipe técnica de Picos. A partir de então o projeto pode ser inciado.

CCOM

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