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Quatro médicos cubanos saíram do PI; Estado recebe mais 240 em março
Quatro médicos saíram do PI por motivos pessoais e de saúde.
coordenadora do Programa Mais Médicos no Piauí, Dorcas Lamounier – Foto: Reprodução/Cidade Verde
RESUMO INTELIGENTE
- Dorcas Lamounier confirmou a desistência de quatro médicos cubanos no Piauí devido a problemas de saúde, integrando um cenário nacional onde 25 profissionais cubanos e 85 não cubanos abandonaram o programa Mais Médicos.
- Duas das vagas abertas pelas desistências no Piauí já foram preenchidas por remanejamento interno, enquanto os postos restantes serão ocupados em março com a chegada de uma nova remessa de 240 médicos estrangeiros.
- Apesar da expectativa de melhoria no atendimento municipal com a presença de 400 profissionais, a coordenação estadual alerta que o efetivo atual ainda é insuficiente para resolver as carências estruturais da saúde pública.
* Resumo gerado por IA (Google Gemini) para RiachãoNet.
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A coordenadora do Programa Mais Médicos no Piauí, Dorcas Lamounier, esclareceu que não três, mas quatro médicos cubanos desistiram da atividade no Estado, todos por problemas pessoais relacionados à saúde.

“Essa desistência está dentro do esperado. Ao todo, 25 médicos cubanos desistiram de trabalhar no Brasil, 17 por motivos de saúde. Entre os não cubanos, 85 desistiram, sendo 81 brasileiros”, acrescentou a coordenadora, em entrevista ao Notícia da Manhã desta quinta-feira (13).
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Dorcas explicou que das quatro vagas que surgiram com as desistências, duas já foram preenchidas e as outras serão ocupadas em março, com a próxima remessa de médicos estrangeiros.
“Dois já foram remanejados de outros municípios, mas no início de março receberemos mais 240 médicos. Unidos com os 212 já existentes, teremos mais de 400 profissionais que irão suprir 100% dos municípios que solicitaram médicos”, destacou a gestora.
Dorcas, entretanto, ressaltou que o número ainda não é suficiente para sanar os problemas da área de Saúde no Estado. “Claro que vai melhorar. Esses médicos irão fazer muita diferença nos municípios, mas precisamos de três ou quatro vezes mais para sanar o problema”, finalizou.
Fonte: Cidade Verde
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