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A Receita Federal voltou a desmentir, nesta quarta-feira (14), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta cobrança de imposto ou monitoramento de transações realizadas por meio do Pix.

Em nota oficial, o órgão esclareceu que o Pix não é tributado e que não há fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo. Segundo a Receita, a prática seria inconstitucional, já que o Pix é apenas um meio de pagamento, assim como dinheiro em espécie, cartão ou transferência bancária.

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De acordo com o comunicado, mensagens que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. A Receita afirma que essas informações não têm respaldo legal e não correspondem a qualquer norma vigente.

Os boatos fazem referência à Instrução Normativa nº 2.278, publicada em agosto do ano passado. O Fisco explica que a norma não autoriza o rastreamento de transações individuais, mas apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já exigidas dos bancos tradicionais no combate à lavagem de dinheiro.

A Receita Federal alertou ainda que a disseminação desse tipo de conteúdo gera pânico financeiro, enfraquece a confiança da população no sistema de pagamentos e favorece a aplicação de golpes.

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