Samu registra 3.800 ocorrências em 2015
- O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Picos contabilizou 3.800 ocorrências até novembro de 2015, sendo 2.500 casos de natureza clínica, abrangendo pacientes com quadros de hipertensão, diabetes e episódios de infarto agudo.
- Acidentes de trânsito representaram 1.000 traumas no período, com motocicletas envolvidas em 600 ocorrências, o que equivale a 70% dos atendimentos de trauma, evidenciando uma preocupante crise de saúde pública na região piauiense.
- A coordenadora Rosa Dantas aponta que o consumo de álcool e a falta de fiscalização intensificam os acidentes nos finais de semana, destacando a negligência no uso de capacetes como fator agravante dos traumas.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Picos (SAMU) registrou até novembro de 2015, aproximadamente 3.800 ocorrências. Destas 2.500 estão relacionadas a atendimentos clínicos, respondendo à pacientes diabéticos, hipertensos, infartos, dentre outras causas.
Em se tratando do número de acidentes, no total foram registrados 1000 traumas, onde 600 são ocasionados por colisões envolvendo motocicletas, o que reponde a 70% das ocorrências atendidas pelo órgão.

Segundo a coordenadora do Samu de Picos, Rosa Dantas, os atendimentos relacionados a acidentes se intensificam durante os finais de semana e vésperas de feriado, onde a fiscalização no trânsito é menor e o consumo de álcool aumenta.
“Comparado com anos anteriores este balanço referente aos acidentes se mantém na média.Sempre a maior causa de traumas atendidos pelo Samu é relacionado a motocicletas. Nós temos um comparativo mensal que fica entre 45 traumas e 50. Só no mês de novembro atendemos mais de 60”, enfatizou a coordenadora.

Rosa Dantas destacou que os números são preocupantes, e a situação já se tornou um caso de saúde pública. “O que falta é uma maior conscientização, que as pessoas percebam que direção e álcool não combinam, ultrapassagem perigosas em alta velocidade não é permitido”, frisou Rosa Dantas.
Acidentes envolvendo motociclitas
Na grande maioria dos acidentes com motociclitas, estes não fazem uso do capacete e dirigem sob efeito do álcool.
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