Secretaria de Saúde de Campo Grande mobiliza agentes de endemias e agentes de saúde no combate a dengue.
- A Secretaria de Saúde de Campo Grande do Piauí, liderada pelo secretário Verenilson Manoel de Sousa, conduz vistorias em residências para combater os focos do mosquito Aedes aegypti em todas as regiões do município.
- Iniciada no final de janeiro com previsão de conclusão até fevereiro, a operação mobiliza agentes comunitários e de endemias devidamente identificados, focando na orientação preventiva, eliminação de criadouros e aplicação de tratamento químico com larvicida.
- O secretário reforça a necessidade fundamental da colaboração da população ao permitir o acesso das equipes aos imóveis, visando erradicar a transmissão de dengue, chikungunya e zika vírus na cidade.

A Secretaria de Saúde de Campo Grande do Piauí informa que prosseguem as vistorias aos imóveis dos moradores em todas as regiões da cidade para a prevenção e combate aos focos do mosquito Aedes aegypti. Os agentes comunitários e agentes de endemias já percorreram. algumas regiões e devem concluir esse primeiro clico ainda em fevereiro.
“Solicitamos aos moradores que colaborem com o trabalho ao receber as equipes. Abram suas residências, permitam que os profissionais da Secretaria de Saúde cumpram com a sua responsabilidade de vistoriar casas, pátios e terrenos. Todos estão devidamente identificados com o fardamento. A vistoria é uma ação em favor da saúde de toda a comunidade, para que possamos vencer a batalha contra o mosquito Aedes aegypti”, ressalta o secretário Verenilson Manoel de Sousa.
Visitas
A visita aos imóveis de Campo Grande iniciou no final do mês de Janeiro e devem ser concluída até o final de fevereiro. Um segundo ciclo de inspeções deverá ser realizado com datas ainda não definidas e com as repetições necessárias.
Realizadas em etapas, as visitas aos imóveis são percorridas inicialmente pelos agentes comunitários de endemias e agentes de saúde, que prestam orientações de prevenção aos moradores e os auxiliam no recolhimento de pequenos recipientes inservíveis que podem servir de criadouros ao mosquito, como garrafas, lixo, pratinhos de plantas, pneus velhos, entre outros.
Os agentes comunitários de endemias fazem o tratamento químico com larvicida desses potenciais recipientes não-elimináveis, como caixas d’água e recipientes que os moradores utilizam para armazenar água.
“As medidas necessária serão tomadas para que o combate do mosquito Aedes aegypti, que além da dengue, transmite as doenças febre chikungunya e febre do zika vírus seja eliminado em Campo Grande” acrescentou o secretário de Saúde Vernilson.
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