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Secretário de Saúde diz que maioria dos internados por covid não se vacinou ou não completou esquema

Mesmo com a taxa de ocupação de UTI próximo a 90%, Florentino Neto reforça que a situação poderia ser ainda mais agravante se não fosse a vacina.

O secretário estadual de Saúde, Florentino Neto, fez um alerta sobre o perfil dos internados no Piauí por Covid-19: maioria não se vacinou ou não completou o esquema vacinal. Ele destaca que, diante da desabilitação de leitos de UTIs pelo Ministério da Saúde, o Governo do Estado busca custear com recursos próprios a abertura de 39 vagas em cinco hospitais e faz um apelo para que a população se vacine e mantenha os cuidados preventivos contra a doença. 

“Estamos gradativamente dando resposta de ampliação de leitos onde são necessários para que possamos atender a todos. Nesse momento, chamamos muita atenção da sociedade para que as medidas preventivas sejam respeitadas e a vacinação que é fundamental. Quem está em leito de UTI, hoje, a sua grande maioria, são pessoas que não se vacinaram ou não têm o esquema vacinal completo ou que, mesmo vacinado, tem alguma comorbidade, alguma doença grave que efetivamente evoluiu a um estado que exige mais atenção na área assistência”, alerta o secretário.

Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com 

Mesmo com a taxa de ocupação de UTI próximo a 90%, Florentino Neto reforça que a situação poderia ser ainda mais agravante se não fosse a vacina. “A vacina tem permitido com que a gente passe por esse pico e tenha o número de internação menor do que tivemos nos outros picos”, reitera. 

Os 39 leitos que devem ser custeados pelo Governo do Estado são os seguintes: 

– 13 no Hospital Justino Luz, em Picos
– 10 no Hospital da Polícia Militar, em Teresina
– 10 no Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano
– 03 no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba
– 03 no Hospital Deolindo Couto, em Oeiras

Florentino Neto esclarece que, em meses anteriores, o Piauí contava com 145 leitos de UTIs habilitados, ou seja, que eram custeados com recursos do Ministério da Saúde. Contudo, uma portaria ministerial reduziu as vagas para 115 a partir de março. 

“O governador determinou que habilitação de leitos não é limitador para a disponibilização de leitos. Sempre que há necessidade são colocadas as condições financeiras para, em não tendo leitos habilitados, mesmo assim, seja custeado esses leitos com recursos 100% do estado. Nesse sentido estamos preparando mais 39 leitos de UTI”, esclarece o secretário. 

Fonte: Cidade Verde/Graciane Sousa

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