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Semana da Mulher acontece de 7 a 9 de março em Picos

Por Mateus Silva

A Coordenadoria da Mulher de Picos realiza de 7 de março a 9 de março, a Semana da Mulher. O evento é realizado em alusão ao Dia Internacional da Mulher, e conta com audiência pública, atos públicos, gincana e missa solene.

De acordo com a coordenadora da Mulher, Maria José do Nascimento, mais conhecida por “Nega Mazé”, o evento é importante para reavaliar pontos importantes relacionados à política da mulher.

Coordenadora da Mulher, Maria José do Nascimento, a Nega Mazé – Foto: Mateus Silva

“É de grande importância, é o momento que fazemos à avaliação, ver onde avançamos e onde a gente retrocedeu. Sabemos que essa questão política muitas vezes é prejudicial, só prejudica os menos favorecidos, que no caso, nós mulheres estamos nessa lista. A prova disso, é o grande número de direitos que perdemos nesse novo governo”, relatou.

Ainda conforme Nega Mazé, o primeiro dia será destinado para uma audiência pública, que irá homenagear mulheres, além de uma gincana.

“Nós vamos viver a Semana da Mulher, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, estaremos iniciando no dia 7 de março de 8h00 às 12h00, com uma audiência pública que acontecerá na Câmara de Vereadores, sendo que vamos homenagear um grupo de mulheres que iniciaram esse movimento aqui em Picos, e também vamos fazer à agenda política da mulher picoense. E a noite, teremos uma gincana popular na Praça Josino Ferreira com o tema “Mulher e as leis de proteção”, que acontecerá as 19h00”, comentou.

Segundo Nega Mazé, no dia 8, as ações iniciam às 8h00, com ato público em praça no bairro Junco. E, a noite missa em ação de graça pela luta e sufrágio das mulheres que foram mortas vítimas de feminicídio será realizada na Igreja Matriz de Picos.

No último dia de programação, um ato público acontecerá na Passarela, no bairro bomba. A coordenadora da mulher de Picos, comenta sobre o evento.

“No dia 9 teremos um ato público no balão, queremos convidar toda a sociedade, não só para nos prestigiar, mas também queremos a sociedade para nos dar forças, nos motivar para continuarmos na luta, e diminuirmos essa diferença que a sociedade impõe entre homens e mulher”, pontuou. 

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