Geral
Serra da Capivara é homenageada na cerimônia de encerramentos das Olimpíadas do Rio
A itenção foi homenagear o artista anônimo, que fez as primeiras expressões artísticas da humanidade.
RESUMO INTELIGENTE
- O Parque Nacional Serra da Capivara, localizado no Piauí e reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, foi destaque na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016 realizada no último domingo no Maracanã.
- A apresentação no Rio de Janeiro homenageou os artistas anônimos e as pinturas rupestres que comprovam a presença humana na América do Sul há mais de cinquenta mil anos, projetando os vestígios arqueológicos com trilha sonora guarani.
- A projeção internacional ocorre em um momento crítico marcado pela ameaça de fechamento devido à falta de recursos administrativos e à recente demissão de funcionários anunciada pela arqueóloga Niède Guidon, presidente da Fumdham.
* Resumo gerado por IA (Google Gemini) para RiachãoNet.
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O Parque Nacional Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, Sul do Piauí, foi um dos destaques da cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na noite deste domingo (21), no estádio do Maracanã. Uma apresentação reforçou a presença do homem na América do Sul há mais de 50 mil anos, no local considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

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A intenção da cerimônia de encerramento foi homenagear o artista anônimo, que fez as primeiras expressões artísticas da humanidade. As pinturas rupestres da Serra da Capivara foram projetadas no centro do estádio e ganharam movimento, enquanto uma atriz entrava em cena no papel de uma arqueóloga.
Dançarinos percorreram o campo com placas vermelhas e amarelas, o mesmo tom dos desenhos achados no Sul do Piauí, ao som do coro de crianças guaranis como trilha sonora. Eles desenharam formas geométricas que simbolizaram os traçados das fibras e palhas e formaram a expressão “Rio 2016”, em momento aplaudido pelo público.
A homenagem surge em um momento crítico para o parque, sob risco de fechamento por falta de recursos para sua administração. Durante a semana, Rosa Trakalo, responsável pela gestão dos convênios e recursos da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham) – entidade que gere o parque – demonstrou esperança com a visibilidade internacional que as Olimpíadas trazem. “Não acredito que vão deixar o parque ser esquecido. Existe vontade política e quando se tem isso acontecem as coisas boas”, declarou.
No início da semana, a arqueóloga Niède Guidon, que preside a Fumdham, anunciou a paralisação dos serviços do Parque, em razão da demissão dos últimos funcionários que restavam no local. A repercussão nacional, que incluiu protestos de artistas, mobilizou políticos em busca de uma solução para o problema.
Fonte: Cidade Verde
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