Servidores reclamam da falta de estrutura do Centro Administrativo de Picos
- Inaugurado em dezesseis de setembro, o Centro Administrativo de Picos enfrenta graves falhas estruturais, incluindo a ausência prolongada de energia elétrica, internet e telefonia, gerando forte revolta entre os servidores municipais afetados.
- O complexo abriga mais de dez secretarias e coordenadorias essenciais, paralisando o atendimento à população e forçando funcionários a realizarem tarefas manualmente devido à total inoperância dos sistemas informatizados.
- Servidores denunciam que trabalham às escuras e sem condições básicas desde a última semana, enquanto o secretário de Obras e Urbanismo, Iata Anderson, não respondeu aos contatos da imprensa sobre o caso.
Mesmo após ser inaugurado no dia 16 de setembro, o Centro Administrativo de Picos ‘Waldemar Rodrigues Martins’ ainda apresenta deficiências na infraestrutura do prédio. Os problemas são a falta de energia elétrica, acesso a internet e telefone. A situação tem revoltado os servidores que trabalham no Centro, onde alegam que as atividades estão sendo prejudicadas.
O Centro Administrativo abriga mais de 10 órgãos como a Secretaria de Trabalho e Assistência Social; Agricultura e Abastecimento; Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Ciências e Tecnologia; Trânsito e Mobilidade Urbana; Esporte e Lazer. Além das coordenadorias de Habitação; da Mulher; Direitos Humanos e Livre Orientação Sexual; Cajucultura; Apicultura; Defesa Civil; Obras. Também foram transferidos para o Centro, Ouvidoria; Procon e Fundo Previdenciário.
Os servidores relatam que em alguns pontos do prédio não há sequer energia elétrica, onde os mesmos trabalham às escuras, e tendo que executar ações antes computadorizadas de forma manual, o que tem acarretado lentidão nos serviços prestados. Ainda segundo as informações, a energia elétrica faltou desde a última semana, e até o momento da redação desta matéria não foi reativada.]
” Nada está funcionando, não conseguimos fazer nosso trabalho direito. Estamos vindo pra cá, mas praticamente impedidos de trabalhar pela falta de estrutura”, disse uma servidora que não quis ser identificada.
Nossa equipe procurou o secretário de Obras e Urbanismo, Iata Anderson, mas não obtivemos resultado.
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