Sest Senat faz campanha de combate ao uso de drogas e álcool nas estradas
- A unidade do Sest Senat em Picos iniciou a Semana de Mobilização contra o uso de álcool e drogas nas estradas visando reduzir drasticamente os índices alarmantes de acidentes e mortes fatais no trânsito brasileiro.
- O diretor Rodrigo Saburido alertou alunos dos cursos MOPP e Emergência sobre os perigos do consumo de substâncias psicotrópicas e rebites, utilizados por condutores para evitar o sono durante longas jornadas de trabalho nas rodovias.
- A programação segue nesta quarta e quinta-feira com ações educativas no posto Hotel Nacional, reforçando que o Brasil ocupa a quarta posição mundial em óbitos viários, sendo a imprudência um fator determinante para essa estatística.
A Unidade do Sest Senat de Picos deu início à programação da “Semana de Mobilização para o Combate ao uso de drogas e Álcool nas Estradas”. A campanha é realizada nacionalmente e tem o objetivo de reduzir o número de acidentes e mortes provocadas por uso de substâncias psicotrópicas associadas à direção.
Na programação, os alunos dos cursos de Movimentação e Operacional de Produtos Perigosos (MOPP) e Emergência participaram de uma palestra onde foram repassadas as informações sobre os riscos de se dirigir sob o efeito de drogas. “A ideia da campanha é chamar atenção do número alarmante de acidentes que têm como causa o uso de álcool e drogas, algumas, inclusive, que os motoristas acabam optando para se manter acordado, como os rebites”, explicou o diretor da Unidade Sest Senat de Picos, Rodrigo Saburido.

A programação continua nesta quarta e quinta-feira com a distribuição de panfletos informativos e camisetas da campanha aos motoristas que abastecerem no posto Hotel Nacional.
Levantamento feito pelo Sest Senat aponta que o Brasil é o quarto país no mundo com maior número de mortes nas estradas. “E nessas estatísticas temos, infelizmente, motoristas que fizeram uso de álcool e drogas. O que queremos fazer é mostrar que, ao dirigir sob efeito de drogas, o motorista coloca em risco não apenas a sua vida, mas também a de outras pessoas”, completou Rodrigo.
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