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Tadeu Maia defende mobilização pela permanência do 3º BEC em Picos

[ad#336×280]O deputado Tadeu Maia (BEC) afirmou hoje que está sendo feita uma articulação das lideranças políticas do Tocantins junto ao Governo Federal para que o 3º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção) seja transferido da cidade de Picos para aquele Estado.

Ele conclamou a todas as lideranças piauienses para que tomem medidas urgentes no sentido de manter o Batalhão no Piauí, sob pena da perda de R$ 4 milhões mensais apenas em salários dos servidores, sem contar outros investimentos que são realizados naquela região desde o ano de 1970.

“Estive com o comandante do 3º BEC, coronel Ivan, e ele confirmou a articulação. Estive com ele na sexta-feira passada e ele relatou uma situação difícil devido a falta de obras em território piauiense. As obras que o 3º BEC está fazendo são em Pernambuco e no Tocantins. É por isso que eles querem levar o nosso Batalhão”, frisou.

Deputado Tadeu Maia - Foto: Divulgação
Deputado Tadeu Maia – Foto: Divulgação

Tadeu Maia apresentou (hoje) requerimentos a serem encaminhados ao líder do PT no Senado, Wellington Dias, além de todos os membros da bancada federal do Estado e ao governador Wilson Martins para que todos estejam unidos no sentido de pedir à presidente Dilma Rousseff que mande recursos para obras estruturantes no Piauí e, assim, o 3º BEC possa ser mantido em Picos. “Nós somos o único estado da federação a ter batalhões de engenharia. E por causa disso o Tocantins quer o nosso batalhão. Tem as obras e agora quer o próprio 3º BEC.

Em aparte, o deputado João de Deus (PT) disse que esteve recentemente na cidade de Picos e ouviu os apelos da população. O senador Wellington Dias, que estava no mesmo evento, informou que iria buscar informações junto ao Ministério da Defesa sobre a possibilidade de transferência e, em seguida, tomaria as providências, junto aos demais parlamentares.

Retomando o pronunciamento, Tadeu Maia disse que já tem a certeza da articulação para a mudança do BEC porque ouviu isso do próprio comandante da corporação. “Não se trata mais apenas de uma preocupação, mas de um movimento em andamento. Se o BEC sair será uma catástrofe para a região, pois somente os funcionários são mais de mil. Imagine o prejuízo”, encerrou.

Durvalino Leal              Edição: Paulo Pincel

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