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UESPI de Picos sedia I Café Inclusivo

Aconteceu, na noite desta quarta-feira (31), na Universidade Estadual do Piauí – campus professor Barros Araújo, o I Café Inclusivo. O evento, organizado pelo Grupo de Estudos em Educação Inclusiva (GEEI) e coordenado pelas professoras do curso de pedagogia Fabrícia Gomes e Kátia Moura, tem como objetivo, dialogar sobre inclusão escolar e social em uma perspectiva interdisciplinar.

O projeto, que tem certificação emitida pela Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX), acontece uma vez por mês e se estende até dezembro. Cada encontro será mediado por um curso da instituição que dialogará sobre assuntos pertinentes a inclusão, voltado, sobretudo, para a área da educação especial.

Participantes do I Café Inclusivo – Foto: Ascom Uespi de Picos

A professora e idealizadora do Café Inclusivo Kátia Moura, falou sobre a imprescindibilidade de se conversar sobre inclusão. Segundo ela, “inclusão é um tema que está sendo debatido constantemente e mesmo com muito debate, ainda é desafiador. A nossa intenção é disseminar o fato de que a inclusão tem que ser social. Então se ela é social, o ideal é que cada um reconheça a sua importância na disseminação desse conhecimento”, disse ela.

O primeiro encontro teve como mediador, o curso de comunicação social, representado pelo coordenador Edvan Luiz da Silva e contou com a participação da Associação Beneficente Anjos da Esperança. A ABAE é uma instituição que atende crianças com todos os tipos de deficiência, na cidade de Jaicós – PI e surgiu mediante a dificuldade de cuidar e tratar essas crianças, estendendo o auxílio também às pessoas que não tem condições.

 

Mesa de Honra do I Café Inclusivo

A representante da Associação Katiucia Dantas, destacou a necessidade do debate acerca da inclusão. “É um tema pouco conhecido, mas já vem sendo discutido e abordado. O importante é levar ao conhecimento das pessoas, aquilo que elas não têm, além de proporcionar essa oportunidade de saber como é de fato, a vida e o cotidiano de uma pessoa com deficiência”, falou Katiucia. 

O projeto Café Inclusivo continua e no mês seguinte, o segundo encontro terá como mediador, o curso de enfermagem e a temática do atendimento a pessoa com síndrome de down. A ideia, ao discutir esse tema, é sensibilizar e fazer com que cada um perceba como colaborar, além de procurar diminuir os estigmas existentes e disseminar conhecimentos a respeito da inclusão.

O diretor da instituição Evandro Alberto de Sousa, falou sobre obrigação de se discutir a inclusão dentro da universidade e aproveitou a oportunidade para parabenizar os organizadores e participantes do evento. Segundo ele, “a partir do momento em que o curso de pedagogia se reúne e os professores lançam o desafio que é discutir a inclusão com cada curso, trazendo o público dessa inclusão e mostrando o trabalho que é desenvolvido, o papel da universidade está sendo cumprido”, disse ele.  

Ascom Uespi de Picos 

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