Uespi vai oferecer cursos de pós-graduação sobre convivência no Semiárido
- O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí e a Universidade Estadual do Piauí reuniram-se na sexta-feira para estruturar cinco cursos de pós-graduação voltados para a região do semiárido piauiense.
- A iniciativa compreende duas formações em Educação contextualizada e três em Gestão em Políticas Públicas, visando capacitar educadores e gestores públicos para promover o desenvolvimento acadêmico e administrativo local.
- As aulas presenciais ocorrerão em municípios polos a partir de maio, com o lançamento do edital previsto para abril, oferecendo quarenta vagas por curso com duração aproximada de doze meses e meio.
[ad#336×280]O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (Emater), por meio da diretoria de Convivência com o semiárido, e a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), realizou, na manhã desta sexta-feira (22), reunião para elaborar programação de cinco cursos de pós-graduação a serem realizados na região do semiárido piauiense.
Serão realizados dois cursos de Educação contextualizada em semiárido e três de Gestão em Políticas Públicas no Semiárido. O objetivo principal é promover conhecimento sobre a região nos âmbitos acadêmicos e de gestão pública. “Os cursos serão executados pela Uespi em parceria com o Emater, Seduc e a Rede de Educação no Semiárido Brasileiro (Resab). Eles serão voltados para professores, diretores e supervisores escolares, além de gestores públicos, em geral, pautando o processo educativo e gestão de políticas públicas para a convivência no Semiárido”, afirma Lúcia Araújo, diretora do Emater.

Os cursos serão presenciais e acontecerão em cidades polos dos territórios do Canindé, Vale do Rio Guaribas, Sambito e Capivara. Cada curso terá 40 vagas e duração em torno de 12 meses e meio. “Vamos a partir do dia 9 de abril percorrer os territórios, apresentando a proposta dos cursos para a comunidade. A previsão é que o edital de seleção seja lançado ainda em abril e o curso comece em maio, inicialmente no território do Canindé”, explica Lúcia Araújo.
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