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Veja quais brasileiros já conquistaram medalha na Paralimpíada de Tóquio

No segundo dia de competição, o Brasil soma um ouro, três pratas e quatro bronzes, ocupando a 10ª posição no quadro geral.

Gabriel Bandeira, medalha de ouro nos 100m borboleta da classe S14. – Aos 21 anos, o paulista estreou na competição garantindo ao Brasil o primeiro ouro na Paralimpíada de Tóquio.

Gabriel Araújo, medalha de prata nos 100m costas da classe S2 – Foi do atleta mineiro de 19 anos a primeira medalha para o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Araújo celebrou a prata com uma dancinha no pódio e prometeu repetir a coreografia nas outras vitórias que ainda espera celebrar no Japão.

Daniel Dias, medalha de bronze nos 200m e nos 100m livre da classe S5 – Com dois bronzes nas duas primeiras provas que disputou em Tóquio, o paulista chegou a 26 medalhas paralímpicas na carreira, aos 33 anos. É o nadador masculino mais premiado da história da competição.

Phelipe Rodrigues, bronze nos 50m livre s10 masculino – O pernambucano natural de Recife garantiu a terceira melhor marca na prova (23s50) e, em Tóquio, conquistou a 8ª medalha paralímpica de sua carreira.

Daniel Dias, Joana Neves, Patrícia Pereira e Talisson Glock, bronze no revezamento 4x50m livre misto – A natação deu a primeira medalha coletiva ao Brasil no revezamento 4x50m livre misto. Nesta categoria, a soma dos números das categorias do atleta tem que ser igual ou menor que 20. Por isso, a equipe competiu com Patrícia (S4), Daniel (S5), Joana (S5) e Talisson (S6), nesta ordem.

Equipe de Natação

Jovane Guissoni, medalha de prata na classe B – Gaúcho de Barros Cassal, Jovane Guissoni conquistou a medalha de prata na classe B da esgrima em cadeira de rodas no segundo dia de competição. Na campanha pela prata, foram oito lutas e apenas duas derrotas, uma delas para o vencedor Alexander Kuzyokov, do Comitê Paralímpico Russo. Guissoni é vice-líder do ranking mundial e foi campeão paralímpico em 2012.

Esgrima em cadeira de rodas

Rodolpho Riskalla, medalha de prata no adestramento grau 3 – O paulista Rodolpho Riskalla trouxe uma medalha inédita para o adestramento paralímpico brasileiro. No segundo dia de Tóquio 2020, ele montou o cavalo Don Henrico e teve 74,659% de aproveitamento em sua apresentação.

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