W.Dias cobra entrega de vacina Russa para que professores sejam incluídos em cronograma de imunização
- O governador Wellington Dias reuniu-se nesta quinta-feira com o Ministério da Saúde para alinhar o cronograma de vacinação nacional e discutir a viabilização da entrega de doses da vacina Sputnik V ao Brasil.
- O Consórcio Nordeste assegurou um contrato de dez milhões de doses da Sputnik V, com expectativa de ampliação para cinquenta milhões a partir de abril, além da produção mensal de oito milhões pela União Química.
- O Ministério da Saúde determinou que todas as vacinas adquiridas, inclusive pela iniciativa privada, serão integradas ao Programa Nacional de Imunizações para garantir a distribuição equitativa e acelerar a proteção dos grupos prioritários brasileiros.
O governador Wellington Dias reuniu-se, nesta quinta-feira (25), em Brasília, com a equipe do Ministério da Saúde para tratar sobre o cronograma de vacinação e a validação de vacinas no país. A entrega da vacina Sputinik ao Brasil também foi pauta do encontro.
“Tivemos a oportunidade de dialogar com a União Química Farmacêutica e estamos trabalhando para ampliar o fornecimento e entrega da vacina sptunik pelos estados. A região Nordeste já tem um contrato de compra de 10 milhões de doses e, agora, queremos garantir que tenhamos o cronograma de entrega, que é possível com as vacinas que são produzidas na Rússia, como também no Brasil. Há uma perspectiva de que a Rússia amplie a entrega a partir de abril, com a possibilidade de até 50 milhões de doses para o Programa de Vacinação no Brasil. Aqui, no Brasil, a União Química também entra numa fase que permite a produção de até oito milhões de doses por mês”, disse o governador.
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Segundo o assessor especial do Ministério da Saúde, Airton Cascavel, todas as vacinas, inclusive as que forem adquiridas pela iniciativa privada, irão para o Fundo Nacional do Programa Nacional de Imunizações.
“Todas irão para uma cesta única, onde serão distribuídas num processo de aceleração das vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde para atingir os grupos prioritários, inclusive aqueles que ainda possam ser incluídos, como os professores. Ou seja, precisamos levar igualdade ao país, à todas as regiões, aos estados que têm recursos e aos que têm menos”, concluiu.
Fonte: Oitomeia
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