Wagner Torres esclarece polêmica de mensagens viralizadas no WhatsApp
- O tenente coronel Wagner Torres, comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Picos, negou veementemente o envolvimento em supostas negociações de escoltas e segurança particular reveladas através de conversas vazadas no aplicativo WhatsApp.
- Em sua defesa concedida ao Portal RiachaoNet, o oficial afirmou categoricamente ser vítima de um crime virtual perpetrado por criminosos que criaram um perfil falso utilizando seu número telefônico para manchar sua reputação institucional.
- O comandante informou que o caso já foi oficialmente repassado ao Comando Geral da Polícia Militar e levantou a hipótese de o episódio estar ligado a retaliações pela não adesão ao Movimento Polícia Legal.
Após a viralização de mensagens polêmicas no aplicativo WhatsApp envolvendo o comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Picos, tenente coronel Wagner Torres, em que o mesmo supostamente conversava com um empresário picoense negociando escoltas e segurança particular, o comandante em entrevista ao Portal RiachaoNet negou as denúncias.

Em um dos trechos da conversa enviadas através do aplicativo a nossa equipe de reportagem, o empresário pede um preço menor pelo serviço prestado. “Quanto aos valores tem como o nobre amigo fazer um preço menor, e que de preferência seja o mesmo tanto para quem for ficar nas lojas quanto para quem for para as escoltas?” sugeriu o suposto empresário.
O comandante responde em meio a suposta conversa ressaltando que as negociações devam ser feitas pessoalmente, em seu próprio gabinete.
O Portal RiachaoNet entrevistou o comandante Wagner Torres que esclareceu ser vitima de um crime virtual. Criaram um perfil fake com meu número de telefone. Mas já informei ao Comando Geral da Polícia Militar para o caso ser apurado. Vamos descobrir quem é o autor desta farsa. E quando for descoberto eu venho a público apresentar quem foi o autor”, enfatizou Wagner Torres.
Para o comandante pode haver alguma relação com o Movimento Polícia Legal, onde a PM de Picos não aderiu, e por isto esteja sendo alvo de retalhações.
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