“Achado não é roubado”?: homem é conduzido à delegacia após se apropriar de celular alheio em Picos
- A Polícia Civil de Picos conduziu nesta terça-feira, dia 30, um indivíduo identificado pelas iniciais P.A.S. à Central de Flagrantes após a apropriação indevida de um aparelho celular encontrado em via pública na cidade.
- O suspeito confessou ter removido o chip original do dispositivo para inserir novos cartões e utilizar o bem pessoalmente, mesmo possuindo plena consciência de que o objeto pertencia a outra pessoa, configurando conduta criminosa.
- A autoridade policial reforçou que a apropriação de coisa achada tipifica crime conforme o artigo 169 do Código Penal, sujeitando o infrator a penas de detenção que podem alcançar o período máximo de um ano.
A Polícia Civil de Picos, através do 2º Distrito Policial, conduziu, nesta terça-feira (30), uma pessoa à Central de Flagrantes por apropriação de um aparelho celular que esta encontrou na rua.
Segundo informações repassadas pela polícia, a pessoa, identificada apenas pelas iniciais P.A.S., encontrou o aparelho celular em um logradouro de Picos e, mesmo ciente que o objeto possuía dono, decidiu tirar o chip e pôr outros, para usá-lo.
O crime está tipificado no Artigo 169, inciso II do Código Penal.

A Polícia alerta que o ditado “achado não é roubado” é apenas “falacioso”, ou seja, enganador. “Quem acha coisa perdida e não devolve ao seu legítimo proprietário, pratica crime, consoante previsão normativa do Código Penal, que impõe pena de prisão de até um ano àquele que ‘acha coisa alheia perdida e dela se apropria, total ou parcialmente, deixando de restituí-la ao seu legítimo proprietário ou entregá-la à autoridade competente’”.
O RiachãoNet está no WhatsApp!
Entre no grupo e acompanhe as notícias em tempo real.
