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Após interdição do Coren-PI, Hospital de Dr. Oscar volta a funcionar em Picos

A desinterdição ética foi dada pela presidente do Coren, Tatiana Maria Melo Guimarães, conforme documento fixado à porta do estabelecimento nesta manhã.

Na última sexta-feira (15), o Conselho Regional de Enfermagem do Piauí – COREN – interditou os serviços na Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora dos Remédios, mais conhecido como Hospital de Dr. Oscar, em Picos. Contudo, já nesta segunda-feira (18), as atividades voltaram à sua normalidade.

A desinterdição ética foi dada pela presidente do Coren, Tatiana Maria Melo Guimarães, conforme documento fixado à porta do estabelecimento nesta manhã.

Entenda o caso

De acordo com o conselheiro do COREN, Antônio Francisco Neto, desde o ano de 2014 que a instituição tem sido fiscalizada quanto aos serviços de enfermagem oferecidos à sociedade. Por estar negligenciando a disposição de profissionais adequados, o hospital teve que ser interditado.

“Desde 2014 que o hospital vem sendo notificado sobre a inexistência de profissionais enfermeiros. Para o senso comum, todo mundo é enfermeiro. Mas enfermeiro é aquele profissional que tem uma graduação, que passa por uma faculdade ou universidade. O profissional de enfermagem é aquele auxiliar técnico que tem uma formação reduzida, mas tem o conhecimento técnico. Na Lei do Exercício Profissional do Enfermeiro, a 7498, artigo 15, fala que “onde tem técnico e auxiliar de enfermagem tem que ter a supervisão direta do profissional enfermeiro”. Por isso resolvemos abrir um processo de interdição ética”, declarou Antônio Neto.

Documento do COREN-PI

O conselheiro enfatizou que foi dado ao hospital direito à ampla defesa e contraditório, contudo, a instituição não se adequou à ilegalidade e irregularidades propostas pelo COREN, então não pode usufruir dos serviços de enfermagem.

“Essa interdição significa que os profissionais estão proibidos de executarem suas funções dentro das instalações do hospital. Eles podem até vir para o local de trabalho, mas não podem trabalhar”, alertou.

Em relação aos pacientes já internados, o conselheiro disse que foi garantida a todos a assistência até à alta hospitalar.

CidadesnaNet

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