Criança dopada com bombom em Alegrete é submetida a exame toxicológico
- A família da criança de oito anos, vítima de suposto envenenamento em Alegrete, optou por realizar um exame toxicológico na rede particular para contornar a morosidade do Instituto Médico Legal, que ultrapassa trinta dias.
- A vítima apresenta graves sequelas emocionais e traumas severos após o incidente, manifestando choro intenso e medo ao retornar à escola, onde teria recebido o bombom de um homem através de uma fresta na parede.
- A delegada Robianne Nunes Belém, responsável pelas investigações em Fronteiras, mantém sigilo sobre o caso e não prestou esclarecimentos adicionais sobre o andamento do inquérito policial ou a identificação do suspeito que abordou a menor.
A família da menina A.C.C.A. de oito anos, vítima de um suposto envenenamento com um bombom em Alegrete, terá que arcar com um exame toxicológico na rede particular. De acordo com a mãe da criança, Carla Lima, a Polícia sugeriu que o exame fosse feito para acelerar o processo, já que o o exame feito pelo Estado pode demorar mais de 30 dias.
“Nós vamos fazer o exame particular porquê a delegada nos orientou que o exame do IML demora bastante e é preciso acelerar o resultado pois minha filha ficou até com um comportamento diferente”, descreveu a dona de casa.
A família esteve em Teresina semana passada onde fez a coleta de material para exame toxicológico no Instituto Médico Legal. O material deve ser encaminhado para outro estado onde são realizados os exames.
Sem assistir aula há mais de uma semana, a criança voltou hoje à escola, local onde supostamente teria recebido o bombom de um homem por uma fresta na parede. Porém ao chegar no local a menina chorou muito e pedia que a mãe permanecesse com ela na escola.
“Minha filha está muito traumatizada e com muito medo. Hoje quase não consegui deixá-la na escola porquê ela chorava muito e pedia que eu ficasse. Estamos passando por um momento difícil”, disse Carla.
A família ainda não sabe qual será o custo total do exame. Procurada pelo Cidadeverde.com, a delegada Robianne Nunes Belém, do município de Fronteiras, responsável pelo caso, preferiu não se posicionar.
Cidade Verde
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