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Escassez de água e estrada castigam a população do Povoado Várzea Queimada

[ad#336×280]A escassez de água, estrada sem asfalto, ausência de um transporte para transportar pessoas doentes com problemas de alto risco. Este foi o cenário relatado por vaqueiros, agricultores e artesãs que residem no Povoado da Várzea Queimada, zona rural do município de Jaicós. Durante a programação da 10º Festa do Vaqueiro, a candidata a vice-governadora, Margarete Coelho (PP), ouviu o relato das principais dificuldades vividas pela comunidade local. 

A artesã Maria do Rosário da Costa, de 39 anos, que faz parte da Associação das Mulheres e trabalha com a produção de tapetes, chapéu, colares, bolsas, chinelos e tabuleiros na Toca das Descoberta, contou que não ter água encanada e depender do carro pipa tem sido um sofrimento diário para as famílias da região. “Perto da minha casa tem apenas uma caixa de água e eles só vêm uma vez na semana deixar as ordens. Como a caixa é pequena para a quantidade de família, que depende desta água, quando acaba a gente fica na carência de água”, descreve Maria do Rosário.  

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O vaqueiro e agricultor aposentado relatou que a seca e a escassez de água castigaram os animais e produção que garantia o sustento da família. “Hoje minha criação é bem menor. As lavouras de feijão, milho e mandioca já foram quase todas perdidas e muitos animais morreram por falta de água. Por isso, criei poucos animais e tomo de conta apenas de uma rocinha”, contou Edmundo Ricardo de Carvalho, de 77 anos. 

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Reclamações referentes à estrada que liga o povoado até a pista rumo ao município de Jaicós também foram apresentadas à Margarete Coelho. Os populares pedem uma interligação com asfalto, pois a poeira e o entroncamento no caminho prejudicam aqueles que andam pelo local ou trafegam de motocicleta. “A gente se banha e ajeita todinha para ir resolver um problema em Jaicós, mas não serve de nada, por que antes de chegar lá ficamos todo sujo de poeira. Além disso, as crianças vivem adoecendo por conta da poeira que atinge eles”, desabafa a agricultora Maria de Jesus. 

O carro que antes levava as pessoas doentes do povoado para o município foi outra reclamação apontada pela a artesã Maria do Rosário em sua conversa com a deputada Margarete. “O posto de saúde está atendendo todos bem, duas vezes na semana os médicos atendem nossa comunidade. No entanto, quando uma gestante passa mal e precisa ir ao hospital é preciso pagar R$ 80,00. Imagina ai, a cada susto termos que pagar este valor. Está difícil conviver com essas falhas que não eram para existir, pois temos direito de termos a prestação de serviço de saúde com qualidade”, explicou. 

Margarete Coelho destacou que a solução para os problemas faz parte das propostas inseridas no Plano de Governo da coligação “A Vitória Com a Força do Povo”. Entre as ações, consta a expansão do Sistema de Abastecimento de Água para universalizar e qualificar o atendimento. “Com isso, melhorar os serviços médicos de urgência e emergência com parceria para manter as Unidade de Pronto Atendimento 24 horas nos municípios fazem parte das nossas propostas na área da água e saúde”, ressaltou.

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