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Heróis anônimos fazem o comércio de Picos vivo em tempos de pandemia

Francisco Johnny, morador da Comunidade Lagoa Comprida, distante 6 km de Picos é o nosso personagem de hoje. Casado e pai de uma filha de apenas 2 (dois) anos de idade, ele sai todos os dias de sua residência para trabalhar em Picos. Funcionário de uma farmácia localizada na praça Josino Ferreira no Centro da cidade, ele é um dos muitos profissionais que estão liberados a trabalhar nesse período por conta do ramo onde atuam ser considerado serviço essencial.

Francisco Johnny, funcionário de setor essencial em Picos

Cumprindo uma jornada de “trabalho normal”, de 8 às 17 horas, Francisco disse a reportagem do RIACHAONET que seu maior medo não é a questão ficar exposto ao Covid-19, pois ele tem sempre o cuidado de higienizar as mãos e usar óculos, fazendo o máximo possível para não pegar e não repassar o vírus.

Praça Josino Ferreira, no centro de Picos

A sua grande preocupação é com o pouco movimento nas ruas. Ele nos fala que o seu maior medo é está mais exposto à violência pois as ruas estão vazias. “O meu maior medo é ser assaltado. As ruas estão vazias. Pela manhã até tínhamos uns 35% do movimento de um dia normal mas durante a tarde não tem ninguém”, diz Francisco visivelmente amedrontado com a exposição a violência.

Enquanto os picoenses estão em casa isolados socialmente, Francisco leva a sua rotina diária, mostrando que mais do que trabalhar em meio a essa pandemia, ele tem consciência de está dando um bom exemplo.

Região onde Francisco trabalha está completamente vazio
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