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Hipolitanos festejam dia de São Sebastião

Monsenhor Hipólito
Monsenhor Hipólito

Na última sexta-feira dia 20 de janeiro, data em que os católicos comemoram o dia de São Sebastião, o município de Monsenhor Hipólito celebrou missa e procissão para homenagear o santo. Com a Igreja lotada, o padre Miguel Feitosa fez a celebração e em seguida convidou os fiéis a seguirem em procissão pelas principais ruas da cidade, mantendo viva a tradição de festejar o dia de São Sebastião.

Com suas tradições católicas fervorosas, o município de Monsenhor Hipólito segue comemorando o dia de São Sebastião desde 1946. A iniciativa partiu de uma fiel muita conhecida, dona Rosalina Leobina Bezerra que conforme sua crença havia feito uma promessa para que o senhor Manoel Alves Bezerra (Né Bezerra) que estava servindo ao exército, durante a segunda guerra mundial, no período de 1939 a 1945, retornasse do combate com vida à sua terra.  A graça alcançada daria início à tradição das festividades do Santo no Município.

Manoel Alves Bezerra casa-se com Maria Alves Bezerra e dona Rosalina passa a missão ao casal que ficou na incumbência de dar continuidade a tradição de comemorar a data. Rosalina, Leobina e a família de seu Né Bezerra não hesitaram e manter a tradição e de lá para cá a tradição vem sendo mantida.

Maria Alves Bezerra já debilitada devido aos problemas de saúde e também em decorrência da idade chamou Rosa Maria Bezerra que é neta de dona Rosalina, fundadora das festividades e a entregou a missão de dar continuidade aos festejos em 2006, sendo que a mesma também ficará na incumbência de no futuro recrutar outro colaborador para a respectiva missão.

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São José
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Soldado queria afirmar a fé dos cristãos

Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal, a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Santa Luciana resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o.

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