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Jovem sofre perseguição em rede social; “Não quero voltar ao inferno em que passei”

A vitima conta que já foi ameaçada diversas vezes.

Sabemos que as redes sociais são ferramentas que facilitam a comunicação. Aproxima quem está longe e ao mesmo tempo afasta as pessoas, isso devido a liquidez que as redes apresentam.

Outra problemática que permeia as redes sociais é a falta de fiscalização de determinados conteúdos e ações que podem gerar problemas como assédio e vazamento de conversas ou fotos íntimas.

Reprodução: Google

Foi o que aconteceu com a Rita de Cassia, uma jovem que assim como outros jovens, gosta de estar conectada no mundo virtual. Rita é perseguida, segunda ela por um fake desde o ano passado. “No começo da pandemia invadiram meu Instagram e depois que eu conseguir recuperar minha conta o invasor criou uma conta fake e começou a me atacar postando fotos de mulheres nuas e começou a me ofender” relata.

Ainda segundo a jovem, não só ela foi atingida pelo criminoso virtual, outras pessoas foram envolvidas. “Essa pessoa pegou conversas íntimas minhas com colegas e divulgou” lembra.

Perguntada se ela saberia de onde partia os ataques, a vítima não quis apontar culpados. “Eu tenho em mente que são várias pessoas, mas não vou apontar o dedo pra ninguém. Eu também não sei o motivo desses ataques, porque foi muita barbaridade que essa pessoa falava” enfatiza.

A vítima lembrou também das ameaças que sofreu juntamente com amigos e alguns familiares. “Ele chegou a me ligar me ameaçando e expor meus amigos se eu levasse o caso a delegacia. Ele disse que só ia parar quando conseguisse me matar” afirma.

A jovem ficou bem fragilizada com o ocorrido e fez um BO online, mas segundo ela não deu em nada. Ela conclui relatando que está bem assusta com esses novos ataques e que não quer voltar ao “inferno” que foi esse período de sua vida.

Reprodução: Google

Diante de mais um relato de histórias de crimes virtuais e exposição da vítima, que não lembra do caso Amanda Todd, uma jovem canadense que sofreu perseguição nas redes sociais e que acabou cometendo suicídio em 2012, tornando-se mártir dos crimes virtuais. Até quando crimes na internet ficarão impunes?

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