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Luís Rodrigues Coelho: “É público e notório que a coleta de lixo deixa a desejar”

Luís Rodrigues
Secretário fala sobre dificuldade no sistema de coletas. Foto: Jailson Dias

Em entrevista ao RiachãoNet o secretário de Serviços Públicos, responsável pela limpeza pública da cidade, Luís Rodrigues Coelho, foi honesto e declarou que há muitas dificuldades para uma coleta eficiente de lixo na cidade de Picos. “É público e notório que a coleta de lixo deixa a desejar, não temos como esconder isso”, comentou. No entanto, ele ressaltou que diante das atuais condições estruturais o “possível” tem sido feito para promover uma coleta que atenda a população.

O Secretário enfatizou as dificuldades geográficas para manter Picos saneada, especialmente no período chuvoso. “A nossa cidade fica à orla dos morros e em toda chuva a tendência é de entupir as galerias, descer lama para a rua, e estamos tentando resolver isso, não é uma coisa que estamos fazendo ao pé da letra, mas devagarzinho estamos tentando fazer isso e estamos limpando a cidade de Picos”, explicou.

A Secretaria de Serviços Públicos dispõe dos serviços de 78 garis para fazer a limpeza da cidade. Luís Rodrigues reconhece que o número é insuficiente para atender as necessidades. “Mas temos sido muito exigentes”, declarou.

Quanto aos veículos disponíveis o Secretario informou que a Prefeitura Municipal dispõe de quatro coletores e oito caminhões, além de um caminhão caçamba, totalizando treze veículos para fazer a coleta do lixo em todas as residências. A coleta ocorre diariamente no Centro da cidade, e revezadamente, dia sim dia não, nos demais bairros. Na zona rural ocorre uma vez por semana.

O Secretário ainda lamenta a falta de educação das pessoas que jogam lixo na rua, alguns desses materiais ocasionam transtornos como as garrafas pet que causam entupimentos nos esgotos e galerias. Os lixões em terrenos espalhados pela cidade são outra fonte de dor de cabeça. Uma das formas de resolver esse problema é murando o terreno baldio, atitude que poucos proprietários têm tomado. “As pessoas jogam galhos, sacolas plásticas, bicho morto, então é uma verdadeira calamidade”, lamentou.

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