Marcelo Castro defende redução do número de partidos com chapas em 2022
- O senador Marcelo Castro, presidente estadual do MDB, articula uma nova estratégia para as eleições de 2022 visando concentrar candidaturas em menos partidos para otimizar o desempenho eleitoral da base governista nas chapas proporcionais.
- A análise técnica do parlamentar sustenta que a fragmentação partidária prejudica a contagem matemática de votos, defendendo que o agrupamento estratégico de candidatos em poucas siglas é essencial para maximizar o número de parlamentares eleitos.
- O projeto político do MDB busca fortalecer internamente as chapas para deputado federal e estadual, adaptando-se ao fim das coligações partidárias e incentivando aliados a evitarem a dispersão excessiva para garantir maior representatividade legislativa.
O presidente estadual do MDB, Marcelo Castro, defende uma mudança na estratégia dos partidos que irão lançar chapas proporcionais em 2022. Para ele, o ideal seria a base lançar o menor número de chapas.
Na visão do senador, a redução de partidos aumenta o número de deputados eleitos entre os aliados.

“Há um desejo do MDB de fortalecer a sua chapa para deputado federal e estadual. Isso é normal. É um desejo de todos os partidos. Defendo que do ponto de vista numérico, matemático, para conseguirmos um efeito maior, para eleger o maior número de deputados federais e estaduais, coligamos 10 partidos. Agora não tem mais coligações. Defendemos que os candidatos procurem se agrupar no maior número de partidos possíveis. Se esse grupo que está na base do governo, se tivermos uma mesma quantidade de votos e formos em dois partidos, vamos eleger X deputados estaduais e federais. Se formos em três partidos, poderemos elegermos um menor número. E assim a proporção que forem aumentando o número de partidos, elegeremos menos deputados”, destaca.
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