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Defesa pede prisão domiciliar para advogado picoense suspeito de estuprar diarista em Teresina

Ainda de acordo com a defesa, existe a possibilidade de solicitar um exame de sanidade mental para o advogado.

A defesa do advogado Jefferson Moura Costa, que foi preso em flagrante suspeito de estuprar uma diarista de 29 anos, entrou nesta segunda-feira (19), com  pedido de prisão domiciliar para o advogado. Jefferson também é suspeito de importunação sexual contra duas vítimas. O advogado estuda fazer exame de sanidade mental. 

A solicitação foi encaminhada ao juiz da Central de Inquéritos de Teresina e deve ser acatada, segundo a defesa, caso a penitenciária Irmão Guido, onde Jefferson está preso desde a última sexta-feira, não possua uma sala de estado maior.  O mesmo pedido também foi apresentado pela comissão de prerrogativas da OAB-PI.

Advogado picoense Jefferson Moura Costa – Imagem: redes sociais (reprodução Meio Norte)

“Fiz um pedido hoje pela manhã  para o juiz da Central de inquéritos para que ele fosse encaminhado imediatamente para uma sala de estado maior, porque é prerrogativa dele como advogado, ou se não tiver que seja concedida a prisão domiciliar para ele”, informou o advogado Lucas Ribeiro, que atua na defesa de Jefferson Moura Costa. 

Ainda de acordo com a defesa, existe a possibilidade de solicitar um exame de sanidade mental para o advogado, mas ainda não há uma definição sobre. “Queria conversar com a família, conhecer o histórico de saúde, e, se for possível, fazer o pedido, caso a família autorizasse”, disse o advogado de defesa. 

A defesa de Jefferson Moura Costa informou ainda que acompanha com cautela o desenrolar das investigações e os depoimentos de vítimas que formalizaram denúncias nos últimos dias. 

“A gente vai aguardar o encerramento das investigações. Até a presente data, a única coisa que pesa sobre ele é a palavra da vítima. A gente vai aguardar as investigações para que a possamos ir atrás dos próximos passos. Estamos acompanhando todos os depoimentos e procedimentos investigatórios. Vamos ter essa cautela de esperar, para que a gente possa avaliar e fazer o pedido que a gente achar pertinente”, destacou o advogado Lucas Ribeiro. 

Cidade Verde

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