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Pipeiros em greve podem ser suspensos da operação

Os pipeiros do município de Simões paralisaram as atividades na última quarta-feira (13). O motivo seria porque o GPS instalado nos caminhões não está monitorando as entregas de água corretamente, causando grandes prejuízos para os pipeiros.

De acordo com as informações levantadas, o município conta com 19 caminhões e possui 19 rotas para distribuir 680 entregas mensais. Com isso, as 6.600 pessoas do município poderão ficar sem o abastecimento de água.

Em média, 35 entregas são feitas nos poços da região. O pipeiro Janio Modesto Morais, afirma que embora o pagamento de salários também esteja atrasado, o motivo principal é a falha dos GPS em registrar as cerradas.

Pipeiros em greve
Pipeiros em greve

O motivo

“O motivo maior da paralisação foi por conta do GPS que está instalado nos caminhões e que não está rastreando e registrando todas as carregadas. Você tá batendo ponto lá no poço e quando chega no descarrego aciona o dispositivo ele não registra, fazendo com que se perda muita carrada. A gente perde em média umas dez carradas por mês, e não tem como rodar com esse prejuízo”, relata.

Entretanto, o 25° Batalha de Caçadores de Teresina, responsável pela operação de carros pipa de Simões, diz que não recebeu nenhuma notificação por parte da greve dos pipeiros e que a ação é passiva de suspensão de contrato.

“Se eles paralisarem e não cumprirem a rota, nós iremos notificá-los. Eles tem um prazo de uma semana para justificar o motivo da paralisação, após isso eles poderão ser advertidos, e até excluídos do programa. Se os GPS não estão funcionando, nós iremos averiguar, é até normal um GPS só registrar falha, mas quando são todos, tem que se investigar . Até o momento não houve nenhum contato direto, por isso eu peço que eles nos comuniquem que nós iremos ver a forma legal para se resolver a situação”, adverte o comandante Nixon, do 25° Batalha de Caçadores.

Fonte: Meio Norte

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