Professores da UFPI se reúnem e podem decidir por greve hoje
- Professores da Universidade Federal do Piauí paralisaram as atividades nesta dezoito de outubro para deliberar em assembleia sobre a adesão ao movimento grevista nacional articulado pela categoria em busca de melhores condições de trabalho
- A principal insatisfação dos docentes liderados por Mário Angelo presidente da Adufpi recai sobre a proposta governamental de reajuste linear de quatro por cento considerada insuficiente por ignorar a reestruturação e a valorização histórica da carreira
- A pauta unificada nacionalmente exige a incorporação de gratificações e estabelece um piso salarial inicial de dois mil cento e noventa e seis reais com novos desdobramentos previstos para a reunião deste sábado em Brasília
Docentes reivindicam valorização da carreira. Governo fez proposta de reajuste de 4%, mas categoria não aceita.

Os professores da Universidade Federal do Piauí fazem hoje (18) uma paralisação e decidem, em assembleia, se irão aderir ao movimento grevista nacional. Dentre as principais reivindicações estão a valorização da carreira e o reajuste salarial.
De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UFPI, Mário Angelo, a pauta vem sendo discutida desde junho e o governo ofereceu aumento de 4%, mas a categoria não aceita. “A proposta não toca na valorização da carreira. Um escrivão da PF, por exemplo, ganha R$ 11 mil em início de carreira. Um professor de nível superior recebe pouco mais de R$ 2 mil”, afirma.
A proposta nacional quer a incorporação de gratificações ao vencimento, com piso de R$ 2.196,74 para graduados com 20 horas semanais em início de carreira, além de outras reivindicações.
A categoria para as atividades e discute a pauta em uma assembleia na Adufpi nesta manhã. No próximo sábado haverá uma reunião em Brasília, na Associação Nacional dos Docentes, para definir o início da greve nacional.
Fonte: Cidadeverde
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