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Assinado convênio de R$ 600 milhões para obras de mobilidade urbana no Piauí‏

[ad#336×280]O deputado Tadeu Maia (PSB) comemorou a assinatura pelo governador Wilson Martins, nesta quinta-feira (4), no Palácio de Karnak, do contrato com o Banco do Brasil, no valor de R$ 600 milhões. O recurso será  aplicado no Programa de Mobilidade Urbana, que soma mais de R$ 1 bilhão de investimentos. Mesmo com entusiaso pelas novas obras, Tadeu Maia reclamou e lamentou a demora do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) em liberar a autorização para o início da obra de duplicação das BR-343 e BR-316.

O Piauí é o terceiro Estado a assinar o contrato do PAC Mobilidade Urbana, depois de Rio de Janeiro e Minas Gerais. “O programa vai de encontro às aspirações dos piauienses, que prevê a pavimentação de rodovias, duplicação de avenida, construção de viadutos e alargamento e construção de pontes. “O dinheiro está em caixa, o projeto pronto e a obra licitada, mas o DNIT não autoriza o início dos trabalhos. Precisamos mobilizar a bancada federal para que pressione o DNIT a autorizar o serviços, sob pena de perdermos essa importante obra”.

“Teresina já está sendo beneficiada com a terceira ponte, um viaduto na Miguel Rosa, outro na Presidente Kennedy com Nossa Senhora de Fátima. Todas as grandes cidades do Piauí serão beneficiadas com obras do PAC Mobilidade Urbana”, avisou.

O deputado Mauro Tapety (PMDB) destacou o compromisso dos deputados com a administração pública estadual, ao autorizar o financiamento dessas obras que vão dar maior fluidez ao tráfego nas grandes cidades.

“Fui contra a duplicação das BRs, por ser uma obra que deveria ser construída com verbas federais, mas elogio a coragem do governador Wilson Martins de realizar a obra com recursos estaduais para desafogar o tráfego na capital”, ressaltou.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (PMDB), também reclamou a pavimentação do trecho de 140 Km da BR-222, obra que há tempo vem sendo alvo da reivindicação do Piauí junto ao governo federal.

Fonte: Ascom

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