Obra da Transnordestina pode paralisar por falta d’água
- O volume de água do Açude Ingazeira, localizado em Paulistana, reduziu consideravelmente e atingiu o limite autorizado para utilização nas obras de infraestrutura da Ferrovia Transnordestina, gerando forte apreensão entre os moradores locais.
- Diante das denúncias com registros visuais enviados pela população, a Comissão de Defesa do Meio Ambiente da OAB-PI formalizou a situação junto ao Ministério Público Federal para evitar o esgotamento total do reservatório.
- O procurador da República Carlos Wagner expediu recomendação formal para que a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e o DNOCS realizem monitoramento semanal, impondo a interrupção imediata da captação e risco de paralisação das obras.
O volume de água do Açude Ingazeira de Paulistana está diminuindo consideravelmente e já está no limite que foi permitido para uso nas obras da Ferrovia Transnordestina.
A população preocupada com a falta d’água já enviou fotos e vídeo para as autoridades. A Comissão de Defesa do Meio Ambiente da OAB-PI já comunicou o caso ao Ministério Público Federal.

O procurador da República, Carlos Wagner, encaminhou recomendação para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e para o DNOCS para que monitorem o nível da água no açude e informem ao MPF semanalmente sobre a situação. Na hora que atingir a cota, a Transnordestina Logística não poderá mais usar água do açude e as obras correm o risco de paralisarem.
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