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Polícia

Policiais militares de Oeiras aderem à greve da categoria

Soldados do 4º BPM de Picos
Soldados do 4º BPM de Picos

Os policiais militares do Batalhão de Oeiras aderiram à grave da categoria iniciada na semana passada. Eles seguem orientação do sindicato da categoria de permanecerem nos quarteis, e somente estão atuando em situações graves.

O movimento “Polícia Legal” teve início na última segunda-feira (8) e é comandado pela Associação de Cabos e Oficiais do Piauí. Como a Policia Militar é proibida de fazer greve, a categoria protesta se recusando a trabalhar de forma ilegal. A orientação do comando de greve é que os casos ilegais como motoristas sem habilitação, militar sem colete a prova de bala, viaturas irregulares e viagens sem diárias, não serão atendidos.

Os PMs pedem isonomia salarial com a Polícia Civil. Eles querem salário de R$ 2.500,00 e não R$ 1.400,00, vencimento inicial do soldado. Os manifestaram fizerem protesto em frente ao Rone (Rondas de Naturezas Especiais), grupo de elite no Piauí, e na sede do Corpo de Bombeiros, na avenida Miguel Rosa, Centro de Teresina.

SEGURANÇA NACIONAL

Por volta das 18h de sábado agentes da Força Nacional desembarcaram em Teresina para garantir a paz e tranquilidade da população em Teresina. Segundo o comandante da Polícia Militar, coronel Rubens Pereira, a Força Nacional tem colaborado e as ocorrências graves e combate à criminalidade estão garantidos. Na manhã deste domingo ele foi às ruas na tentativa de mobilizar os PMs que voltem aos trabalhos normalmente. “Mostrei a decisão do desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, Luis Gonzaga Brandão que tornou ilegal o movimento dos policiais”, alegou.

AGRAVO: O QUE ESTÁ ILEGAL?

Os policiais não estão preocupados com a decisão judicial colocada. Segundo eles, não há nada de ilegal no que estão promovendo. “Pelo contrário. Os policiais estão fazendo só o que é legal. Se não tem viatura, não tem carteira de habilitação, não tem colete, nem os equipamentos de trabalho, a estrutura necessária, então é ilegal trabalhar assim. A não ser que queira tornar legal o que é ilegal. Os policiais não estão cometendo irregularidade alguma. O juiz, a meu ver, foi levado ao erro através do pedido do Governo do Estado, que achava que os policiais estavam fazendo greve. Não há uma greve. Na manhã deste domingo estou entrando com um agravo regimental e garantir que o movimento continue”, explicou o advogado Leôncio Coelho, que defende os PMs que estão em protesto contra o Governo Wilson Martins (PSB).

M V

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