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Pré-candidato à reitoria da Ufpi visita Picos

professor Dr. Edwar Castelo Branco
Prof. Dr. Edwar Castelo Branco

O professor Dr. Edwar Castelo Branco, atual vice-reitor da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), está em visita à cidade de Picos desde essa quarta-feira (26) para o lançamento da sua pré-candidatura à reitoria da instituição. A eleição acontece em maio de 2012.

Em entrevista à nossa reportagem, o pré-candidato fez críticas à atual gestão do Prof. Dr. Luiz de Sousa Santos Júnior e afirmou que a Ufpi vive em estado de medo. Durante toda a quarta-feira o professor visitou o campus de Picos e conversou com estudantes e funcionários.

Com um movimento intitulado Universidade Livre, o professor Edwar apresentou propostas para superar o que considera a maior crise institucional já vivida na história da Ufpi e considerou defasada a estrutura organizacional da IES. “Toda a estrutura organizacional da universidade é ainda da década de 70, da época da criação da universidade. A Universidade Federal do Piauí não acompanhou as mudanças que ocorreram”, aponta.

UFPi em Picos
UFPI em Picos

Sobre a atual gestão, da qual é vice-reitor, o professor afirmou que o medo tem sido uma constante em quem faz parte dos quadros da universidade. “Temos hoje, provavelmente, a gestão mais reacionária, autoritária e divorciada do conjunto da comunidade. A pessoa têm medo de se manifestar”, pontua.

Para Edwar, os problemas da Ufpi não são de ordem orçamentária, mas administrativos. Segundo ele, a liberdade de pensamento e expressão deve ser o primeiro passo para a construção de um espaço acadêmico amplo. “É necessária uma gestão compartilha, plural, tolerante. Isso é fundamental. Hoje a Ufpi é profundamente preocupada com os prédios, as paredes, e profundamente despreocupadas com as pessoas”, disse.

Curso de medicina em Picos

Sobre a instalação de um curso de medicina no campus de Picos, o pré-candidato afirmou que já existe uma equipe da saúde avaliando a situação do campus. De acordo com ele, é preciso que a questão seja vista com cautela e que a expansão seja feita sem populismo. “Nós jamais vamos criar um curso se não tivermos condições de mantê-lo. É preciso criar e garantir que o curso permaneça”, finaliza.

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