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7° Encontro de Comunicação Comunitária apresenta diagnóstico da comunicação de Santana do Piauí

O 7° Encontro de Comunicação Comunitária e Popular do Sertão do Piauí, realizado em Santana do Piauí, localizada a 333 quilômetros ao sul de Teresina, apresentou um diagnóstico da comunicação realizada no município bem como a percepção que os moradores tem acerca dessa comunicação.

O diagnóstico, fruto de uma pesquisa realizada pela estudante Paula Monize, bolsista do Projeto de Extensão Para Formação de Comunicadores Comunitários e Populares No Sertão do Piauí e aluna do curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e Relações Públicas da UESPI, revelou informações importantes sobre o município.

Acadêmica de Comunicação Social, Paula Monize no momento de apresentação da pesquisa - Foto: Luciano Barbosa
Acadêmica de Comunicação Social, Paula Monize no momento de apresentação da pesquisa – Foto: Luciano Barbosa

A pesquisa, realizada nas zonas urbana e rural do município teve uma amostra extraída de 100 entrevistados acima de 16 anos. Dentre diversas informações colhidas foi possível conferir que a televisão continua a ser o meio de comunicação mais usado apontado por 43,14% dos entrevistados seguida pelo celular com 32,35% dos entrevistados e o rádio com 14,71% dos entrevistados. O trabalho constatou que a população (tanto da zona urbana quanto da rural) se mostra atualizada em relação ao que acontece no município o que ficou evidenciado com o porcentual de 57,84% dos entrevistados que declararam que o conteúdo jornalístico é o que mais lhes desperta a atenção.

Um dos comportamentos sociais que a pesquisa revela diz respeito ao mecanismo mais utilizado para retransmitir os conteúdos consumidos no dia a dia. A pesquisa comprovou que as rodas de conversa são o meio mais usado por 86,27% dos entrevistados.

Um outro dado marcante é que 79,41% dos entrevistados acham que a comunicação deve ser ampliada. Cerca de 48,04% dos entrevistados declararam que a comunicação no município ainda é muito limitada e que a ausência de meios próprios de comunicação seria um dos fatores que contribuem para essa limitação. 56,86% acreditam que a comunicação comunitária seria uma alternativa para o desenvolvimento da prática comunicacional. Ficou claro, com a pesquisa, que a população anseia pela existência de uma rádio.

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Os dados da pesquisa surpreenderam a população presente, composta essencialmente por estudantes secundaristas e universitários, mas também por vereadores, secretários municipais, representantes de pastorais e pelo povo em geral que atentamente anotavam as informações. Representantes do poder público elogiaram o trabalho e confirmaram que usarão as informações da pesquisa para nortear a gestão municipal. O prefeito Ricardo Gonçalves adiantou que o município já foi aprovado pelo Ministério das Comunicações para receber uma rádio comunitária e que o processo está em tramitação necessitando ainda ser homologado.

 

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