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Após prisão, homem diz que foi vítima de engano

[ad#336×280]O autônomo Valdik Roseno de Lima afirma que foi vítima de um engano. Na última quinta-feira (20) ele e um amigo foram presos e autuados em flagrante por roubo qualificado, na cidade de Patos do Piauí, após serem pegos em uma barreira policial.

A informação divulgada pela polícia local revela que Valdik Roseno, 40 anos, estava junto com Luís Pereira de Sousa, 47 anos, quando foi preso após denúncia indicar que os dois transportavam material furtado de uma escola pública da região.

O empresário nega a informação e relata que tudo não passa de um grande mal entendido, apesar de ele e seu companheiro terem ficado presos e só serem liberados no dia seguinte mediante pagamento de fiança.

“Fui levado até a delegacia e o delegado me disse que aquilo era um flagrante, que aquela era mercadoria do governo e que eu tinha sido pego”, disse.

Na foto, Valdik, de 40 anos, e Luís Pereira, de 47 anos.
Na foto, Valdik, de 40 anos, e Luís Pereira, de 47 anos.

Entenda

Valdik Roseno e Luís Pereira foram presos acusados de furtar oito baterias na escola municipal José Anastácio da Silva, na localidade Passagem, zona rural do município de Massapê do Piauí.

O empresário que afirma atuar no ramo construção e reforma especializada em telecomunicações e energia explica que as baterias eram, na verdade, sucata. Segundo ele, uma moradora da região informou que o material estava abandonado e que eles poderiam levá-lo.

Como está entrando no ramo dos profissionais que atuam na compra e venda de ferro, os dois foram até o local indicado para recolher o material. A dupla estava visitando a região de Jaicós comprando metais e estabelecendo contatos comerciais.

Valdik nega que tenha invadido a escola, um prédio público, para pegar o material e acrescenta que as baterias estavam ao lado da parede e não na parte interior da escola. Ainda de acordo com ele, vizinhos do prédio público informaram que a escola estaria abandonada há seis anos.

“Não vi nenhum lacre do governo. Se tivesse visto, saberia que não poderia pegar e jamais teria levado”, disse, ponderando que as baterias estavam inutilizáveis e que havia apenas lacres da Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel).

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