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COE autoriza aulas presenciais no Piauí e exigência de “passaporte da vacina” nas escolas

Nas medidas, o COE autorizou o retorno das aulas presenciais para alunos vacinados e faculta os pais e responsáveis para continuarem com ensino à distância para estudantes que não foram vacinados.

Em reunião ampliada do COE (Comitê de Operações Emergenciais do estado) as autoridades científicas, sanitárias e os gestores públicos aprovaram o retorno de 100% das aulas presenciais no Piauí. 

Entre as medidas está a exigência do comprovante de vacinação contra a Covid-19 para professores, demais trabalhadores e alunos. Haverá exceção do “passaporte da vacina” daqueles não imunizados por não estarem ainda contemplados no calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização (PNI).

Nas medidas, o COE autorizou o retorno das aulas presenciais para alunos vacinados e faculta os pais e responsáveis para continuarem com ensino à distância para estudantes que não foram vacinados.

Diante do aumento das síndromes gripais e da transmissão do vírus da covid-19, o COE orienta que os pais de alunos não vacinados devem analisar se o filho irá ou não retornar à sala de aula no dia 7 de fevereiro. 

Se os pais ou responsáveis não se sentirem seguros, o estudante deve continuar com ensino remoto e a escola dará todo o suporte necessário.  

O portal Cidadeverde.com falou com a diretora da Vigilância Sanitária do Piauí, Tatiana Chaves, que explicou:

Pais e responsáveis devem analisar se existe segurança de retorno as aulas presenciais nos casos excepcionais;

Estudantes não vacinados de 5 a 11 anos;
Crianças e adolescentes com comorbidades;
Crianças e adolescentes com deficiência permanente;
E alunos com doenças imunossuprimidas; 

“As aulas estão programadas para retorno presenciais em todos os níveis educacionais, mas existem casos excepcionais em que os pais e responsáveis irão analisar se têm condições desse retorno presenciais e as escolas darão todo suporte aos pais para as necessidades específicas”, destacou Tatiana Chaves. 

Entre as exigências das escolas públicas e privadas:

Não ter aglomeração na entrada da escola;
Uso obrigatório de máscara;
Distanciamento dentro de sala de aula de 1m;
Disponibilizar álcool em gel para os alunos;
Ter manutenção de limpeza de ar-condicionado;
Professores vacinados dentro do PNI (Plano Nacional de Imunização);

Manter ventilação na sala de aula

Tatiana Chaves destacou que as escolas devem providenciar salas com ventilação para evitar a proliferação do vírus entre os alunos.

“É importante deixar janelas e portas abertas para a renovação do ar e evitar a transmissão entre estudantes e professores”, disse.

Leitos de UTI

Outra orientação do COE é que os diretores de hospitais reprogramem leitos para serem destinados aos casos de síndromes gripais aguda grave, que vem aumentando no estado.

As aulas poderão retornar nas datas definidas anteriormente pelas escolas e secretarias de Educação e deverão seguir todas as normas do Plano de Medidas Sanitárias. “Lembrando que devemos manter a proteção individual como o uso de máscaras em crianças a partir de dois anos de idade; distanciamento físico e higienização frequente das mãos”, diz o secretário Florentino Neto. O secretário está em isolamento à espera do resultado do exame Covid, mas participando das decisões de maneira online.

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