Edição especial da Constelação Familiar acontece nesta quarta em Picos
- A cidade de Picos receberá uma edição especial do projeto Leis Sistêmicas a Serviço da Reconciliação, focada na Constelação Familiar, coordenada por Adriana Queiroz e realizada pelo Cejusc e Nupemec com apoio da Ejud-PI no Fórum José Nunes de Barros.
- Desenvolvida nos anos setenta pelo terapeuta alemão Bert Hellinger, a técnica terapêutica busca identificar causas primárias de conflitos pessoais e promover a reconciliação sistêmica, avaliando padrões comportamentais para prevenir que divergências cotidianas se transformem em futuras demandas judiciais.
- Solicitada pela juíza Maria da Conceição Portela, coordenadora do Cejusc local, a iniciativa altera o cronograma oficial do Tribunal de Justiça do Piauí, resultando no cancelamento da sessão mensal que habitualmente ocorre no Pleno da corte estadual.
O projeto Leis Sistêmicas a Serviço da (Re)conciliação promoverá uma edição especial da Constelação Familiar na cidade de Picos, localizada a 320 km de Teresina. A atividade é uma realização do Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc) junto do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), com o apoio da Escola Judiciária do Estado do Piauí (Ejud-PI), e será coordenada pela facilitadora Adriana Queiroz. A prática será realizada no Auditório do Fórum José Nunes de Barros, localizado à rua Joaquim Baldoino, n.º 180, bairro Bomba, no horário das 14h às 18h.
A Constelação familiar foi desenvolvida pelo pedagogo e psicoterapeuta alemão Bert Hellinger durante os anos 1970 e chegou ao Brasil em 1999. Seu objetivo é identificar a causa primária de conflitos pessoais existentes entre os participantes e encontrar soluções satisfatórias. Contudo, a prática também tem dentro dos seus alvos a reconciliação do indivíduo com seus próprios sistemas — seja o sistema conjugal, familiar, de trabalho.
Essa reconciliação se dá por meio da avaliação de padrões de comportamento dos constelados. Com base nessa avaliação, identifica-se a origem do problema e se tentam formas de tratamentos de maneira que se previna que esses problemas sistêmicos se transformem em demandas judiciais.
A Constelação Familiar de Picos foi solitada pela magistrada coordenadora do Cejusc de Picos, juíza Maria da Conceição Portela. Em virtude da realização desta edição da Constelação Familiar em Picos, a já habitual Constelação realizada mensalmente no Pleno do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJ-PI), que desta vez estava prevista para o dia 21, não acontecerá.
(Com informações: TJ-PI)
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