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Ex-militar e ex-funcionário de banco são presos por estupro

Vítimas foram as filhas dos acusados. Prisões fazem parte da Operação Indignus, deflagrada pela Polícia Civil. São cumpridos 11 mandados.

A Polícia Civil deflagrou nas primeiras horas da manhã de hoje (10) uma operação para cumprir 11 mandados de prisão contra acusados de estupro na Capital e no interior. Até o momento, nove pessoas já foram detidas em Teresina e no município de Piracuruca. Os nomes dos presos não foram informados, mas de acordo com o delegado Willame Morais, titular da Divisão de Captura da Polícia Civil, entre os detidos está um ex-militar e o ex-funcionário do Banco do Brasil que já estavam inclusive sentenciados pela Justiça.

Operação se iniciou na manhã desta sexta (10) — Foto: Reprodução/TV Clube
Operação se iniciou na manhã desta sexta (10) — Foto: Reprodução/TV Clube

Segundo ele, o ex-militar é condenado pelo crime de estupro praticado contra a filha menor de idade e foi condenado a cumprir uma pena de 15 anos de prisão pelo delito. Do mesmo jeito, o ex-funcionário do Banco do Brasil , que foi preso em Piracuruca, já havia sido sentenciado e era foragido da Justiça por ter estuprado também as próprias filhas menores de idade. Com relação ao funcionário do banco, a polícia informou que ele já teria um plano de fuga da cidade de Piracuruca e, por isso, sua prisão acabou tendo que ser adiantada.

“Boa parte dos crimes pelos quais os acusados respondem foram cometidos quando as vítimas ainda eram menores de idade. Trata-se de pessoas que, de certa forma, já eram conhecidas das vítimas ou que tinha algum convívio com elas. Nossas equipes estão todas em campo e a previsão é que até o final da manhã todos os 11 mandados sejam cumpridos. Queremos dar agilidade a isso, porque são mandados antigos e se trata, o estupro, de um crime hediondo”, explica o delegado.

Os presos estão sendo encaminhados para a Delegacia Geral para os procedimentos legais.

O nome da operação

O nome da operação Indignus significa “indigno de perdão” em latim. De acordo com o delegado Willame Morais, por se tratar de um crime hediondo, o estupro é considerado um ato gravíssimo e seus autores não merecem condescendência aos olhos da lei.

Por: Maria Clara Estrêla
Portal O Dia

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