Produção mineral em Paulistana atingirá 5 bilhões de toneladas
- A produção mineral em Paulistana, atualmente avaliada em um bilhão de toneladas, tem projeção de alcançar cinco bilhões de toneladas nos próximos anos, impulsionada pelas autorizações de lavra que o Departamento Nacional de Produção Mineral concederá a partir do próximo ano.
- A deputada estadual Liziê Coelho destacou que a conclusão da ferrovia Transnordestina será fundamental para escoar a produção da região, que abrange Paulistana, Acauã e Simões, conectando-a diretamente aos portos estratégicos de Suape, em Pernambuco, e Pecém, no Ceará.
- Atualmente representando apenas zero vírgula um por cento do Produto Interno Bruto estadual, o setor de mineração deverá registrar um crescimento expressivo na economia local, superando a baixa participação atual e refletindo o real potencial de exploração das jazidas piauienses.

A produção mineral da cidade de Paulistana, avaliada hoje em 1 bilhão de toneladas, deverá atingir nos próximos anos o total de 5 bilhões de toneladas, segundo pesquisa de empresas mineradoras instaladas na região. De acordo com a deputada estadual Liziê Coelho (PTB), a expansão da produção mineral do Estado sofrerá um grande incentivo a partir do próximo ano, quando o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), concederá a lavra autorizando a exploração das jazidas.
A Deputada Liziê Coelho explica que os investimentos em infraestrutura na região, como a conclusão da obra de construção da Transnordestina, são essenciais para o desenvolvimento do setor mineral no Estado. “A região mineral do Piauí, que engloba as cidades de Paulistana, Acauã e Simões, entre outras, será percorrida pela Transnordestina facilitando o escoamento da produção até os portos de Suape, em Pernambuco, e o de Pecém, no Ceará”, comentou.
A mineração corresponde hoje a apenas 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, valor bem abaixo da capacidade de geração de recursos que o potencial mineral do Piauí pode possibilitar. “Com o aumento nos investimentos e consequentemente na produção, a participação desse setor no PIB sofrerá uma alteração significativa.
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