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Proprietários de vans pedem melhores condições de trabalho durante protesto em Picos

Pelo menos 60 donos de vans, que fazem o transporte diário de passageiros da grande região de Picos, participaram do ato.

Os proprietários de vans que fazem parte da Cooperativa de Transporte Alternativo (COOCAPEVI) realizaram na manhã desta quinta-feira (13) uma manifestação pelas ruas de Picos. Durante o protesto, a categoria reivindicou melhores condições de trabalho.

Pelo menos 60 donos de vans, que fazem o transporte diário de passageiros da grande região de Picos, participaram do ato.

Protesto de proprietários de vans em Picos – Foto: Victor Danilo/RiachãoNet

A manifestação teve início na Avenida Severo Eulálio e seguiu pelas principais ruas da cidade até o Palácio Coelho Rodrigues, sede do Poder Executivo Municipal.

Segundo o presidente da Cooperativa de Transporte Alternativo (COOCAPEVI), Edmar de Lima, a categoria está reivindicando para que seja autorizado o embarque e desembarque de passageiros nas praças Josino Ferreira e Félix Pacheco e próximo ao prédio do INSS, como também a fiscalização aos transportes irregulares de passageiros, que segundo ele, tomou de conta da cidade de Picos.

“Algumas pessoas deixaram de vim na cidade porque está custando muito alto para chegarem ao local desejado. Então essa é a principal reclamação dos passageiros nossos da macrorregião. Deixamos de transportar 1.200 pessoas nos últimos dois anos”, disse Edmar.

Presidente da Cooperativa de Transporte Alternativo (COOCAPEVI), Edmar de Lima -Foto: Victor Danilo/RiachãoNet

Os proprietários de vans solicitaram também a recuperação do estacionamento dos veículos, que fica localizado no Shopping do Povo. Segundo eles, o local está cheio de lama, mato e entulho.

No Palácio Coelho Rodrigues, os proprietários de vans foram recebidos pelo secretário de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana, Edilberto Círilo e o Procurador Geral do Município, Maycon Luz, e entregaram a pauta de reivindicação.

Segundo Edilberto Círilo, o poder municipal irá analisar a pauta da categoria e depois irá levar uma resposta sobre as solicitações.

Quanto à fiscalização dos transportes clandestinos, Edilberto informou que esse trabalho cabe a Polícia Rodoviária Federal e o Estado.

Edilberto declarou ainda que a regulamentação das paradas de embarque e desembarque foi necessária.

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