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UFPI deve regularizar semestres acadêmicos apenas em 2023, diz vice-reitor

Somente 240 das 5.600 turmas da UFPI mantiveram suas atividades, em ensino híbrido, contemplando cerca de mil dos mais de 22 mil estudantes matriculados na instituição.

Mesmo com retorno das aulas em forma híbrido, com aulas presenciais e remotas, previstas para o próximo dia 7 de fevereiro, a Universidade Federal do Piauí (UFPI) só deve normalizar os períodos acadêmicos dos cursos de graduação em 2023. Para isso, uma das medidas a serem adotadas é a redução do calendário acadêmico, como aconteceu ao longo de 2021 durante a pandemia da covid-19.

“Vamos começar 2021.2 em fevereiro e concluí-lo no dia 17 de maio. Em junho iniciaremos 2022.1 e acredito que no próximo a gente inicie nosso período como sempre começamos […] normalmente começamos em maio e vai até julho, mas estamos fazendo essa antecipação, como no semestre passado, para que possamos colocar o calendário junto com os períodos, sem prejuízo na qualidade do ensino”, informou o professor Viriato Campelo, vice-reitor da instituição de ensino.

Por conta de todas as restrições impostas pela crise sanitária causada pela covid-19, somente 240 das 5.600 turmas da UFPI mantiveram suas atividades, em ensino híbrido, contemplando cerca de mil dos mais de 22 mil estudantes matriculados na instituição. Para a retomada das aulas, as diversas instâncias universitárias discutem desde setembro do ano passado a elaboração de um plano para um retorno seguro de professores, alunos e técnicos. 

A tendência é que a volta presencial priorize os cursos com atividades que demandam esta modalidade de ensino, como os da área da saúde, enquanto outros mais teóricos na área de humanas, devem permanecer com aulas remotas. Segundo Campelo, no entanto, essas definições ainda serão alinhadas com as entidades representativas do corpo de técnicos, docentes e discentes da UFPI. 

As novas regras devem envolver restrição do número de alunos por turma e nos espaços da instituição, como restaurantes e residências universitárias. “Acredito que já tenhamos, no início da próxima semana, definido todo esse plano, para daí teremos mais três semanas para aprimorar o que estamos considerando que não está adequado para esse retorno presencial e também remoto”, garante o vice-reitor. 

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