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CASO EMÍDIO: Ministro nega pedido de liberdado ao vice prefeito de São Julião

[ad#336×280]O ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça, indeferiu o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Francimar Pereira, vice-prefeito de São Julião, preso apontado como autor intelectual da morte do ex-vereador Emídio Reis.

Em sua decisão, o ministro alega que não há ilegalidade na prisão de Francimar, e avalia, mencionando trechos do processo, onde é dito que no caso “é possível concluir pela prática de uma série de crimes, tendo o suposto mandante decidido matar a vítima, supostamente por ter esta ingressado com uma ação judicial eleitoral da qual pode resultar para aquele a perda de mandato eleitoral”.

A decisão foi publicada no último dia 06 de novembro.

Emídio Reis X Francimar Pereira
Emídio Reis e Francimar Pereira

A defesa havia impetrado este habeas corpus, com pedido de liminar, após negativa do próprio tribunal em libertar Francimar. A última tentativa feita pela defesa feita em 27 de agosto havia sido negada pelo mesmo ministro, quando reproduziu a fundamentação da juíza de Picos, Nilcimar Rodrigues de Araújo Carvalho, que determinou a prisão preventiva dos acusados: “A conduta de terem os réus supostamente enterrado a vítima para esconder o corpo, demonstra clara e inconteste intenção dos mesmos em prejudicar a produção da prova e esclarecimento dos fatos”.

SOBRE O CASO EMÍDIO REIS
O ex-vereador de São Julião foi torturado e assassinado em fevereiro deste ano, segundo apontam investigações da polícia, por um bando de pistoleiros supostamente contratados por Francimar Pereira. A motivação do crime seria uma série de documentos, que comprovariam irregularidades administrativas, e que foram apresentadas à Justiça.

A denúncia de Emídio atrapalharia os planos de Francimar, que teria feito um acordo com o atual prefeito, para que no caso da chapa ser a vencedora da eleição, o atual gestor deixaria o cargo após dois anos, e o vice assumiria. O ex-vereador acabou sendo atraído por um “pedido de carona” feito pelos pistoleiros, e levado a um lugar afastado de Picos, onde foi espancado e alvejado com dois tiros. Ainda suspirando, foi enterrado e deixado para morrer em uma cova rasa.

CONFIRA A NOVA DECISÃO NA ÍNTEGRA

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Fonte: 180graus

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