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Obra de reforma da Central de Flagrantes de Picos está paralisada

A obra de reforma e ampliação da Central de Flagrantes de Picos está paralisada. A informação é do diretor regional do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi), Joel Joaquim dos Santos. Segundo o sindicalista, o serviço está paralisado há mais de um mês por falta de material.

O prazo de conclusão para obra era de 60 dias, mas o serviço já se arrasta há quatro meses e no momento encontra-se parado. A situação preocupa os agentes da Polícia Civil de Picos, que estão trabalhando em situação precária.

Obra está paralisada há mais de um mês -Foto : Romário Mendes
Obra está paralisada há mais de um mês -Foto : Romário Mendes

Segundo Joel, os agentes estão trabalhando em um local impróprio e que oferece perigo para os policiais. “Enquanto o serviço aqui está paralisado estamos trabalhando em uma situação precária, porque não temos onde deixar os presos”, reclamou.

O policial denunciou ainda que os presos eram levados para uma residência na cidade Sussuapara antes de serem transferidos para penitenciária. “Apenas um policial acompanhava o detento e o risco era eminente, porque alguém poderia tentar resgatar o preso ou tentar eliminá-lo, assim o policial ficaria correndo o risco”, disse Joel.

diretor regional do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi), Joel Joaquim dos Santos -Foto: Romário Mendes
diretor regional do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi), Joel Joaquim dos Santos -Foto: Romário Mendes

Joel informou que a medida foi repudiada pelos policiais e decidiram não encaminhar mais os presos para à residência da cidade vizinha. “Em virtude disso preferem deixar os presos algemados em um ferro no prédio da Delegacia Regional, o que é uma atitude desumana tanto para o preso como para o policial”, frisou.

A obra custará R$ 400 mil e está sendo executada após acordo firmado com a Vara do Trabalho de Picos, com medida legal prevista no artigo 24, V da Lei nº 8.666/93.

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