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Educação

Sindicato dos Professores diz que governo já tem verba para pagar o piso

Odenir
Odenir de Jesus - SINTE-PI

A greve dos professores da rede estadual de ensino completa quarenta e dois dias e a categoria decidi seguir com a paralisação por tempo indeterminado. A classe afirma que só começará a pensar em voltar para a sala de aula quando o governo apresentar uma proposta satisfatória, que abranja todas as categorias.

Os docentes se reuniram na manhã desta terça-feira (10) no pátio da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) para a realização de mais uma assembleia geral onde o sindicato apresentou a situação do movimento, as principais pautas e a negociação com o governo.

A presidente do Sindicato dos trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (Sinte), Odeni Silva, expôs para os demais professores três pontos que foram apresentados para o governo em negociação. No entanto, ela afirma que o estado no não está dando a devida atenção para eles.

“As nossas principais pautas são, a regência, o retroativo e o percentual. Só que governo do estado não está negociando com a dedicação necessária nenhum destes. Demoraram um tempão para começar a conversar com a gente e o que nos apresentaram não foi satisfatório. Só nos mostram propostas sem o mínimo cabimento forçando assim a continuidade da greve.” afirmou a presidente.

Sobre a regência, Odeni contou que o estado quer incluí-la dentro do vencimento de R$1.187 para que atinja o piso de R$1451. Acerca do retroativo, o Sinte afirma que a proposta apresentada pelo estado só atinge as classes A e B. E sobre o percentual, o sindicato diz que a proposta do estado aponta um reajuste de 6% para os professores de nível superior e de 22% para os que da classe A, que são a minoria.

“Queremos um reajuste linear de 22% como manda a lei, ou que pelo menos seja apresentada uma proposta de mais de 15% para todas as categorias. Os professores devem ser contemplados como um todo, o que não aceitamos é a injustiça por parto do governo” acrescentou Odeni.

Durante a assembleia o sindicato declarou que o Ministério da Educação já enviou, para o mês de abril, cerca de R$14 milhões para o pagamento dos professores, já com o reajuste de 22%. Por outro lado, o governo nega que este repasse tenha sido feito e reafirmou que o estado não possui condições de pagaram um reajuste maior do que os 6% já apresentado para a categoria em reunião.

Por Emanuela Pinto
Acessepiaui

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